As futuras mamães Rebecca Gayheart e Jenna Elfman

Rebecca Gayheart leans on her leading man, husband Eric Dane

A futura mamãe Rebecca Gayheart se apóia em seu protagonista, o marido Eric Dane, e mostra a barriga crescendo durante um evento glam de relógios IWC Schaffhausen no Milk Studios, em Los Angeles.

Em seus primeiros comentários públicos sobre sua gravidez, a atriz de 38 anos, disse à In Touch: “Nós sempre quisemos ser pais. Acho que Eric vai ser um pai maravilhoso, e espero ser uma boa mãe. Estamos muito ansiosos para isso! “

Rebecca deve dar à luz no final do inverno norte-americano.


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Como pode uma gestante ficar elegante em seu segundo trimestre? Acentuar os aspectos positivos, diz Jenna Elfman.

Jenna, cujo nova série acaba de ser escolhida para a temporada, diz que ela está se sentindo melhor depois de enfrentar aos enjôos matinais, nos primeiros meses de gravidez com seu segundo filho, que deve chegar em março.

“Eu estou realmente bem”, disse ela. “Eu finalmente sinto como se tivesse um pouco de energia … Normal e bom.”

A atriz também disse que ela e o marido Bodhi Elfman conseguiram manejar a rivalidade  com o seu filho mais velho, Story Elias.

“Ele entende isso”, disse Jenna de sobre o filho de dois aninhos. “Ele dá beijos na barriga, coloca a cabeça para baixo e diz, “boa noite, bebê” e coloca o cobertor sobre minha barriga. Ele é incrível. “

Que lindas!

Fonte: Celebrity Baby Blog.
Traduzido por Andrea Patrícia

vida

27/11/2009. Tags: , , . família, gravidez, maternidade. Deixe um comentário.

Culto à informalidade na roupa para ir à Igreja?

Traduzido e adaptado por Andrea Patrícia

mantilla _young womanUma bela jovem bem vestida para ir à Missa

As roupas que as pessoas usam para ir à Missa vêm se deteriorando há anos e agora parece que isso atingiu proporções catastróficas. Parece haver um “culto da informalidade” no vestuário.

Porque nós nos vestimos para casamentos, funerais e postos de trabalho (colarinho branco)? Para homenagear aqueles a quem amamos, ou aqueles a quem servimos. O amor não faz com que a honra e o respeito sejam desnecessários, fomenta isso. A maioria dos casais sabe que quando a familiaridade e o conforto empurram para fora do casamento a honra e o respeito, surgem problemas.

“Mas o conforto é uma coisa boa e nós gostamos de ficar confortáveis.” Sim, isso é verdade, mas não à custa do amor e da reverência. Conforto é para si mesmo, o amor é para o outro. Nós devemos fazer uma escolha.

No passado, o vestir-se muitas vezes tinha um elemento de agradar o outro. Agora, agradar a si mesmo tomou precedência. A nossa sociedade tem sido chamada de uma “cultura do narcisismo”. Aqueles que, inconscientemente, aderem a esta filosofia, muitas vezes, ficam indignados com a sugestão de que eles devem se vestir melhor para a Igreja.

Alguns dizem que Deus se importa com o interior não com o exterior. Mas se esse fosse o caso, nós não iríamos construir belas igrejas, usar vestimentas bonitas e ouvir belas músicas sacras (isto é, o canto). Mesmo o pobre Cura d’Ars e o simples Francisco de Assis atentaram para as vestes finas e linhos no altar. Estas são todas as formas de mostrar a Deus que reconhecemos sua grandeza e lembrando-nos da mesma. Faz sentido gastar milhões construindo magníficas igrejas e em seguida, usar jeans, shorts ou camisetas para a Sagrada Liturgia? Quando nos vestimos assim, a nossa linguagem corporal para Deus e para os outros não diz, “A Missa não é tão gloriosa, e nem Deus é?”

Na Sagrada Escritura, o Senhor diz: “Adore o Senhor, em trajes santos”. (1 Crôn. 16,29, Sal. 28,2) E o Catecismo da Igreja Católica afirma que os nossos gestos e vestuário “devem transmitir o respeito, a solenidade e a alegria do momento em que Cristo se torna nosso hóspede” na Sagrada Comunhão. (CIC 1387)

No entanto, algumas palavras objetivas na Bíblia dizem, “rasgar o coração, não as vossas vestes.” (Joel 2,12) Sim, mas é também dito: “É o amor que eu quero, não o sacrifício” (Oséias 6:6). No entanto, ainda temos o Santo Sacrifício da Missa e ainda encontramos os apóstolos rasgando as roupas nos Atos dos Apóstolos. Deus não está dizendo que essas coisas externas são rejeitadas, mas que elas são inúteis sem a conversão interior. Na verdade, vestir-se adequadamente para a Missa, ou mesmo ir à Missa, não significa nada se não tivermos amor em nossos corações.

Vamos combater este “culto da informalidade”, vestindo-nos o melhor que pudermos para adorar nosso Deus Três Vezes Santo. Vamos interiormente e exteriormente “adorar o Senhor em trajes santos”.

Original em Misterium Fidei

vida

27/11/2009. Tags: , . artigos, modéstia. Deixe um comentário.

Beleza Real na Harper’s Bazaar

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Amber Valetta

Depois da Elle francesa, foram publicadas na Harper’s Bazaar de setembro deste ano fotos com modelos e atrizes sem maquiagem nem photoshop intitulado ‘SuperModels SuperNaturals’. São de autoria do fotógrafo Peter Lindbergh que parece estar em aberta campanha pela beleza sem retoques deste tipo. Ele fotografou Claudia Schiffer, Cindy Crawford, Eva Erzegova, Helena Christensen, Amber Valletta, Tatiana Pattiz, Nadia Auermann, Shalom Harlow, Kristen McMenamy.

supermodels-supernaturals-by-peter-lindbergh-1Claudia Schiffer

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Cindy Crawford
supermodels-supernaturals-by-peter-lindbergh-2Helena Christensen
supermodels-supernaturals-by-peter-lindberghKristen McMenamy

Como é bom poder ver imagens de mulheres reais, com sua beleza exposta sem os falseamentos do photoshop. É claro que nestas imagens há todo um tratamento artístico de luzes e sombras, muito belo por sinal. E também é claro que não devemos querer que as revistas exponham os corpo das atrizes e modelos com todas as suas imperfeições.

O problema dos periódicos que lidam sobre moda e beleza feminina hoje é que vem sendo vendida uma imagem que é irreal e isso vem causando problemas sérios entre as mulheres e até mesmo entre as crianças e relacionamentos homem-mulher. Pois é, há por aí homens que se encantam tanto com as imagens vendidas nas revistas e filmes que esquecem das suas esposas e passam a buscar por aí mulheres mais jovens, cheias de botox, ou ainda passam a querer que as suas parceiras passem por recauchutamentos ou se esfalfem em academias de ginástica e tratamentos de beleza. Infelizmente isso acontece, mas ainda bem que não é muito. Na maior parte, até onde tenho visto, os homens não ligam para essa bobagem de corpo magrinho e super lisinho (eles nem mesmo sabem direito o que são celulites, estrias e culotes).

Ainda há a questão da masculinidade do homem que sendo confrontado com uma imagem de “super-mulher” (essa “perfeita”, que é super “sarada”, que se mostra totalmente independente e que não quer mais homem nem para fazer filhos), fica sem saber como agir, sente-se confuso, perdido mesmo. Mas isso é outra história.

supermodels-supernaturals-by-peter-lindbergh-6Nadia Auermann
supermodels-supernaturals-by-peter-lindbergh-7Shalom Harlow
tatiana patitz supermodels-supernaturals-by-peter-lindbergh-5Tatiana Patitz

Quando vemos imagens de mulheres reais, percebemos que há ali beleza real sim, embora haja também imperfeições. Infelizmente esta é a realidade, nosso corpos se deterioram com o passar do tempo. Depois de Adão e Eva as coisas mudaram, vocês sabem. Com a Queda tudo o mais passou a cair. Não somente nossas almas ficaram em perigo, mas também os nossos corpos passaram a sofrer com doenças, degeneração e a morte.

Vejo na busca pela beleza uma tentativa de voltar a ser como Adão e Eva no Paraíso, antes de comer do fruto proibido, todos lindos, jovens, saudáveis. Mas temos que encarar a realidade e, sem esquecer da beleza, buscar viver a vida sem exageros e, principalmente, com amor. A beleza vai aparecer muito mais para quem vive assim.

vida

26/11/2009. Tags: , , , , , , , . beleza, campanhas, feminilidade, maquiagem, moda. Deixe um comentário.

Com que vestido eu vou no meu casamento?

Por Izabel Ribeiro Filippi

vida

Nos dias de hoje, as mulheres católicas – ao menos aquelas com um mínimo de noção de moral e doutrina e vontade de viver a castidade e a modéstia – se deparam com um dilema que para a maioria das mulheres sequer lhes passa pela cabeça: que roupa comprar, que roupa usar? Em meio a tantos “minis”, “mini-saias”, “mini-shorts”, “mini-blusas”, e assim por diante, é preciso fazer um serviço de peneira para poder vestir-se adequadamente.

É claro que ser católica não significa um mesmo estilo de se vestir. Os estilos são variados, mas todos devem respeitar a dignidade humana, sem expor o corpo como algo a ser desejado por todos. E, por incrível que pareça para aquelas que acham que não existe roupa bonita sem decote, estas roupas existem, podem ser elegantes e exaltar a real beleza feminina, e não apenas deixar a mulher sensual, como prega insistentemente a mídia.

Muitas mulheres se preocupam com o que vestir para trabalhar, para ir para o local de estudos, para ir a uma festa. Mas e para aquele grande dia da vida de qualquer mulher, o dia de seu matrimônio, será que este é um dia a parte, onde tudo se torna permitido? Será que, apenas neste dia, a mulher pode ceder ao uso dos tomara-que-caias abundantemente presentes nas lojas especializadas em trajes de casamento, ou então às alças milimétricas que estão em vários vestidos, ou aos decotes que estão além do que a modéstia nos permite usar, e tudo isso dentro da casa de Deus? A resposta, obviamente, é não. Não nos é permitido relaxar neste dia, muito menos neste dia, o dia em que homem e mulher se tornarão uma só carne, o dia em que celebrarão o sacramento do matrimônio. A própria sacralidade deste ato deveria levar a mulher a querer vertir-se com mais pudor, com mais reverência, senão pelo sacramento que receberá, ao menos por respeito a Deus que alí se faz presente, em Sua casa. No entanto, como é triste ver a maioria dos casamentos em nossas Igrejas com tantos e tantos exemplos contrários a isso.

Será por falta de opções? Não. Com certeza as mulheres têm muitas opções. Ao menos para aquelas mulheres que não pensam ser o decote parte essencial de um vestido de casamento. Afinal, alguns centímetros de alça em um vestido não estragam em nada o visual de uma pessoa. E existem trajes deste tipo que são elegantes, belos, dignos do “dia de princesa” com que tantas e tantas sonham desde criança.

Apenas para exemplificar, numa rápida busca pela internet, é possível achar modelos decentes e belos. Modelos com mangas curtas, mangas longas, e até sem mangas, mas que não apresentam decotes nem alças. E incrível é ver como uma vestido tomara-que-caia, ao ganhar algumas rendas sobre os ombros, fica elegantemente deslumbrante e, ao mesmo tempo, decoroso, decente. Serão estes vestidos tão repudiáveis para que nós, mulheres, tenhamos que recorrer ao indecente no dia que é o ápice da vida de uma casal, o dia do matrimônio? Cada qual responda a esta pergunta conforme sua consciência.

Abaixo coloco alguns dos exemplos que encontrei, citados acima. São de estilos variados, alguns podem não ser do gosto de algumas pessoas, o que é normal. Mas ao menos vão além dos tão normais decotes de hoje em dia.

Fonte: O Ultrapapista Atanasiano

vida

26/11/2009. Tags: , , , . Noivas, artigos, modéstia, vestidos. 1 comentário.

Saias para o verão

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Algumas belas saias para usar no verão. Em estilos e tamanhos diversos, do romântico ao hippie-chic.

Como é bom ter uma costureira numa hora dessas não é mesmo? Quem tiver uma que aproveite!


Inspirem-se!

Sechuna Tiered Linen Skirt

Swechuna Tiered Mixed-Print Skirt

saia verde verao

saia verao colorida camadas

saia longuette-folgadinha xadrez clarinha

saia longa super colorida

saia longa esporte cinza claro

saia longa estampada

saia longa denim cru com elastico

saia estilo hippie-chic azul e verde mar

Ribbone Floral Print Skirt

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saia longa denim branco

Koogi Mixed Pattern Tiered Skirt

boho-hip76

VanesaB layered flare skirt

Uma gracinha!

vida

25/11/2009. Tags: , , , , , , . Hippie Chic, estilo, saias. 2 comentários.

Causa de escândalo?

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“Se o sangue de Abel bradou ao céu por vingança, qual não será o brado do Sangue de Jesus Cristo contra aqueles que dão escândalo… quem dá escândalo, completa a obra do demônio, seduzindo as almas e levando-as à eterna perdição; é pior que o demônio, que afinal nada mais pode fazer senão rodear-nos qual leão que ruge, porém, do modo invisível e em certa distância, sempre em atitude de fugir quando nota resistência de nossa parte. Inteiramente outra é a influência de quem dá escândalo. Este, com semblante de amigo se acerca de nós; à nossa resistência ele opõe suas blandícias, e não desiste dos seus maus intentos enquanto não os tiver realizado”.

(Pe. João Batista Lehmann, Euntes Praedicate! Vol. III).

São palavras fortes a do autor do texto, talvez inspirado por seu padroeiro, o leão do deserto, São João Batista!

São palavras para meditar, para tomar com atenção e buscar dentro de nós onde nos identificamos com o que ele diz. Será que não estamos causando escândalo? Será que nosso modo de falar, andar, agir, vestir está dando testemunho de uma vida que é vivida em busca da virtude? Ou será que estamos por demais satisfeitos em viver como aqueles que se contentam com o que o mundo oferece?

Você contenta-se com usar o que está na última moda, ou busca compreender a importância de seu vestuário, não somente em termos profissionais, mas em termos espirituais? As palavras dos santos, do Catecismo, do Papa sobre a modéstia, sobre a temperança, têm importância para você ou você acha que são ultrapassadas, que devemos nos adequar aos tempos, aos costumes, comer, beber e vestir do jeito que todo mundo faz?

Pergunte-se com sinceridade se os valores que você busca estão de acordo com os de alguém que busca uma vida superior, ou se você já se acomodou na mediocridade achando que está muito bom assim do jeito que está.

Ultimamente eu tenho me perguntado muito sobre isso! Espero que você também o faça, pois percebo que tal tipo de questionamento ajuda muito na vida espiritual. É importante buscar cultivar a humildade e deixar que Deus fale direto ao nosso coração. E Ele não vai poder fazer isso com aquela alma que já está cheia de si, que acha que não precisa mudar mais nada. O copo que está cheio, quando recebe uma gota, termina por transbordar e não a aproveita. As gotas de sabedoria divina só poderão entrar no copo que não está cheio. É preciso esvaziar a si mesmo e deixar que o Espírito guie. Mas para isso é preciso humildade. Está aí um grande passo na nossa conversão. Tenhamos coragem de dar esse passo!

vida

25/11/2009. Tags: , , . artigos, espiritualidade, modéstia. Deixe um comentário.

I am woman!

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A edição de verão da revista Eliza vem com um ensaio muito bonito, onde a modelo aparece dentro de uma casa fotografada com ares de romance e leveza. O nome do ensaio é “I AM WOMAN” e a fotografia é de Julia Galdo e Cody Cloud.

As roupas são fluidas, com babadinhos, rendas e coisas do tipo. As cores são o branco que lembra a pureza e duas outras bem femininas: o verde claro e rosa, que são relacionadas à deusa Afrodite.

Gostei da idéia de festejar a feminilidade dentro de uma casa. Nas fotos a mulher reina por todo o ambiente; em cada cômodo a presença feminina ilumina tudo. Lindo!

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Fotos: Eliza Magazine.

24/11/2009. Tags: , , , . arte, beleza, feminilidade, fotografia. Deixe um comentário.

Cindy Crawford contra a ditadura da magreza e do photoshop?

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A ex-super modelo Cindy Crawford declarou que  por ser uma mulher com curvas ela não faria muito sucesso hoje em dia. Disse também que que se tivesse se lançando agora no mundo na moda, não teria se tornado uma supermodel. Eu acredito que ela esteja certa. Afinal de contas o padrão de hoje está por demais focado na magreza excessiva.

Falou ainda sobre a questão da imagem que é passada pelas revistas:

“Se você não gosta de alguma coisa, não compre. Não compre  a revista se não gosta da mensagem que ela passa. Se você não gosta da imagem que uma marca quer passar, não consuma essa marca. Não consigo é concordar com quem reclama mas continua consumindo. Se as pessoas não gostam de modelos muito magras, que parem de comprar as revistas com as modelos muito magras e acredite, essas revistas vão mudar rapidamente. São negócios.”

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Ela disse para a revista alemã Bunte: “Eu tenho uma aparência saudável demais. Um corpo como o meu, com seios grandes, coxas normais e braços tonificados não é o que a indústria busca hoje.”

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É preciso que cada uma de nós passe a ser coerente. Se não gostamos dessa mensagem falsa que é passada pela grande mídia, desse photoshop todo que está aí, então temos que parar de comprar as revistas que mostram a mulher dessa forma irreal e dar valor a beleza de verdade. Cindy é uma bela mulher , com seus defeitos e qualidades (ela tem até estrias na barriga, sabiam? Mas isso não aparece nas revistas por aí, não é mesmo? * E ficam as mulheres por aí chorando por causa de suas celulites e imperfeições!) e  se quisesse começar sua carreira de modelo hoje, ela provavelmente não seria a top model que foi nos anos 80. Que coisa!

* Não estou dizendo que as revistas devem mostrar imperfeições (devemos buscar o belo sempre), mas sim que não se deve mascarar as coisas como acontece hoje e vender como se fosse algo real. Isso está fazendo mal às pessoas.
Fonte: Petiscos, Skynny VS Curvy
Os grifos são meus.

vida

24/11/2009. Tags: , , , , , . moda. Deixe um comentário.

Para Inspirar Amor: Um Retorno à Modéstia

Por Edward P. Sri

Traduzido e adaptado por Andrea Patrícia

Será que realmente importa o que uma mulher opta por vestir?
 

Em nosso mundo pós-revolução sexual, vestidos provocativos, mini-saias, biquínis minúsculos, calças de cós baixo e blusinhas decotadas tornaram-se parte do vestuário mainstream para as mulheres de hoje. E qualquer um que possa levantar questões sobre a conveniência de se vestir, é visto como “rígido”, “antiquado”, ou “desconectado” com o estilo moderno. Modéstia não é mais uma parte do vocabulário da nossa cultura. Embora a maioria das pessoas sinta que não querem que suas filhas se vistam como Madonna e Britney Spears, poucos têm a coragem de abordar o tema da modéstia, e ainda menos saberiam o que dizer se tivessem fazê-lo.

João Paulo II – então Karol Wojtyla – em seu livro Amor e Responsabilidade, oferece muito da sabedoria que é necessária sobre a natureza de modéstia e de como se vestir modestamente é fundamental para fortalecer nossas relações com o sexo oposto.
 
A experiência do pudor

Wojtyla começa a tratar sobre a modéstia com uma explicação de uma experiência humana comum: pudor. O pudor envolve uma tendência para esconder algo – e não apenas coisas más, como pecados, fraquezas e momentos embaraçosos, mas também coisas boas que desejamos para não ficarmos expostos. Por exemplo, alguém que faz uma boa ação pode preferir que sua ação passe despercebida. Se ele é cumprimentado publicamente, pode sentir-se envergonhado, não porque fez algo ruim, mas porque não queria chamar a atenção para a sua ação. Do mesmo modo, uma aluna que recebe notas altas em um exame pode se sentir constrangida quando o professor a elogia na frente de toda a classe, pois ela desejava partilhar sua boa nota apenas com seus amigos mais próximos e familiares. Há muitas coisas boas que desejamos manter ocultas dos olhos do público, e nós sentimos vergonha se elas são trazidas à tona.

Isso nos ajuda a compreender uma das experiências mais poderosas da vergonha: o pudor sexual. Por que os seres humanos tendem a ocultar as partes do corpo associadas com a sexualidade? Por que os homens e mulheres instintivamente cobrem-se rapidamente se alguém do sexo oposto acidentalmente caminha perto deles enquanto eles estão mudando suas roupas ou indo ao banheiro? Wojtyla explica que essa tendência a ocultar as partes do corpo que fazem tanto os do sexo masculino quanto os do feminino não é em si a essência do pudor, mas uma manifestação de uma profunda tendência para esconder os próprios valores* sexuais, “especialmente na medida em que estes constituem na mente de uma pessoa em particular ‘um objeto potencial de prazer’ para pessoas de outro sexo” (p. 176).

Por exemplo, uma mulher pode sentir instintivamente que, se determinadas partes do corpo estão expostas, um homem pode vê-la apenas por seu valor sexual como um objeto de prazer. Na verdade, essas partes específicas do corpo dela revelam seus valores sexuais tão poderosamente que um homem pode ser tragado principalmente não por seu verdadeiro valor como pessoa, mas pelos valores sexuais dela que lhe dão prazer sensual quando a vê e em sua imaginação.

É por isso que temos a tendência de velar os valores sexuais relacionados com partes específicas do corpo – não porque eles são maus, mas porque eles podem ocultar o maior valor da pessoa. Wojtyla, assim diz que o pudor sexual é “uma forma natural de autodefesa para a pessoa” (p. 182). Ela ajuda a impedir que a pessoa seja tratada como um objeto de prazer. Assim, a ocultação de valores sexuais através da modéstia no vestir se destina a fornecer a arena em que algo de muito mais do que uma mera reação sensual pode ocorrer. A modéstia no vestuário ajuda a proteger as interações entre os sexos para que não caiam no utilitarismo, e assim cria a possibilidade do amor autêntico pela pessoa se desenvolva.
 
 
Pudor Absorvido pelo Amor

Vestir-se imodestamente impede as possibilidades de desenvolver o verdadeiro amor, pois chama a atenção para seus valores sexuais, de tal forma que ofusca o seu valor como pessoa.

Agora dentro do contexto do amor entre desposados – uma madura auto-entrega de amor entre marido e mulher – não há mais nenhum motivo para vergonha. O amor verdadeiro garante que as experiências sentimentais e sensuais “são imbuídas da afirmação do valor da pessoa, de tal forma que é impossível para a vontade considerar o outro como objeto de uso” (pp. 183-84). Cada pessoa tem plena confiança no amor abnegado do outro. Cada um deles tem total confiança de que eles não são tratados simplesmente como um objeto para o prazer da outra pessoa. Daí, o seu gozo emocional e sensual se baseia em plena doação de amor e em um profundo senso de responsabilidade para com a outra pessoa.

A necessidade de pudor foi absorvida pelo amor maduro por uma pessoa: não é mais necessário para um amante esconder da amada ou de si mesmo uma disposição para desfrutar, uma vez que esta tenha sido absorvida pelo amor verdadeiro governado pela vontade. A afirmação do valor da pessoa permeia tão completamente todas as reações sensoriais e emocionais relacionadas com os tesouros sexuais que a vontade não é ameaçada por uma perspectiva utilitarista. (p. 184)

Este tipo de confiança, no entanto, só pode ser encontrado por completo no amor entre desposados. Somente em um casamento saudável, próspero, a vergonha é absorvida pelo amor dessa maneira. É por isso que nós queremos nos vestir modestamente, quando estamos com os membros do sexo oposto com quem não somos casados. Fora do contexto do amor entre desposados, temos de ter cuidado com o descerramento dos valores sexuais, ou então nós estaremos entregando para sermos usados pelo sexo oposto.
 
 
Evitando Ser Tratada Como Objeto

Agora estamos preparados para explorar os três aspectos do pudor sexual apresentado por Wojtyla. Nós já tocamos no primeiro aspecto – como o pudor nos leva a ocultar valores sexuais para que eles não produzam uma reação meramente utilitária na outra pessoa. A mulher deve querer evitar se vestir de uma maneira que, deliberadamente, chame a atenção para seus valores sexuais e obscurece o seu valor como pessoa. Certos tipos de roupa (ou falta dela) obrigam a obter uma reação sensual que a coloca em posição de ser tratada como um objeto de prazer.

Em outras palavras, uma mulher vestida indecentemente pode deliberadamente provocar uma reação sexual ao seu corpo. E ela pode atrair os homens que vejam seu corpo como um objeto de prazer. Mas ela não inspira os homens a amá-la como uma pessoa.

Mas aqui algumas mulheres podem opor-se: “Por que é minha responsabilidade vestir-me modestamente? Se um homem luta com pensamentos lascivos, isso é problema dele, não meu.” Mas esta oposição erra a proposta de Wojtyla. O propósito da modéstia não é apenas o de ajudar a impedir os homens de tropeçar em pensamentos impuros. A modéstia do vestuário tem por objetivo principal proteger a própria mulher. Ela ajuda a evitar que a mulher seja tratada como um objeto de prazer sexual.

Wojtyla oferece duas informações importantes que ajudam a dar sentido a isso. Por um lado, devemos lembrar que somos seres humanos decaídos. Assim, não é fácil para nós evitar uma atitude utilitarista quando vemos o corpo do sexo oposto. A atitude de “eu não deveria ter que me preocupar sobre como eu me visto – que é o problema do homem”, ingenuamente, não leva a sério o pecado original. Como explica Wojtyla, “o homem, infelizmente, não é um ser perfeito cuja visão do corpo de outra pessoa… pode despertar nele apenas um gosto desinteressado que se desenvolve em um afeto inocente. Na prática, também desperta a concupiscência ou o desejo de desfrutar concentrado nos valores sexuais sem ter em conta o valor da pessoa” (p. 190). Como resultado do pecado original, a vontade humana “também aceita prontamente a reação sensual e reduz a outra pessoa… ao papel de um objeto de prazer” (p. 191). E quando tal acontece, Wojtyla chama isso de “despersonalização pela sexualização.” A mulher não é vista por quem ela é como pessoa. Ela é reduzida a um objeto potencial para o prazer sexual. A modéstia do vestuário ajuda as mulheres a evitar que sejam despersonalizadas desta forma.

Por outro lado, Wojtyla continua a lembrar-nos que os homens lutam com a sensualidade muito mais do que as mulheres. Portanto, não é surpreendente que as mulheres possam ter dificuldade em compreender o que realmente constitui um vestido modesto, pois a sensualidade não é tão forte nelas quanto é nos homens. “Como a mulher não encontra em si a sensualidade que o homem como regra não pode deixar de saber que possui, ela não sente uma necessidade tão grande de esconder ‘o corpo como um objeto potencial de prazer’“ (p. 177). Conseqüentemente, muitas vezes as mulheres não percebem que certo modo de vestir ou agir pode realmente ser imodesto. E elas podem não ter absolutamente nenhuma idéia de que a maneira como se vestem pode estar colocando-as na posição de serem vistas pelo homem como meros objetos de prazer sexual. “Muitas vezes, a mulher não considera a maneira particular de se vestir como despudorada… embora alguns homens, ou mesmo muitos homens, podem achar que é assim “(p. 189).
 
Escondendo nossas reações

O segundo aspecto do pudor sexual é a sua tendência a esconder as nossas próprias reações utilitárias ao sexo oposto quando nós os tratamos como objetos para nossa diversão. Nós percebemos que a pessoa humana não é um objeto de uso, e nós sentimos vergonha se tratamos as pessoas dessa maneira em nossos olhares, pensamentos ou imaginação. No fundo, o homem sente, “eu não devo tocá-la, nem mesmo com um desejo profundamente escondido para desfrutá-la, pois ela não pode ser um objeto de uso” (p. 180).

Considere o que muitas vezes acontece quando um homem está olhando para uma mulher com intenção impura e ela percebe isso. Tão logo é capturado, ele rapidamente tira os olhos dela porque sente vergonha do que estava fazendo. Ele não quer que sua atitude utilitária em relação a ela seja exposta. Ele sabe que não deve tratar uma mulher desse jeito e imediatamente olha para longe.
 
 
Inspirando Amor

O aspecto mais importante do pudor sexual é a sua ligação com o amor. Em última análise, a modéstia procura inspirar amor – o amor verdadeiro à pessoa, não apenas uma reação sexual ao corpo de uma mulher. É profundo no coração de uma mulher o desejo de inspirar e experimentar o amor. Assim, uma mulher deve se vestir de maneira que inspire amor por ela como uma pessoa. Mas se vestir indecentemente dificulta as possibilidades de desenvolver o verdadeiro amor, pois chama a atenção para seus valores sexuais, de tal forma que ofusca o seu valor como pessoa. Em outras palavras, uma mulher pode se vestir indecentemente para deliberadamente provocar uma reação sexual ao seu corpo. E ela pode atrair os homens para que vejam seu corpo como um objeto de prazer. Mas ela não inspira os homens a amá-la como uma pessoa.

Aqui vemos que a modéstia do vestuário é sobre muito mais do que ajudar os homens a evitar cair em pecado. E não é simplesmente um “reflexo defensivo” protegendo as mulheres de serem usadas. No final, a modéstia é sobre inspirar uma reação ao valor da pessoa – não apenas aos seus valores sexuais. Como Wojtyla explica, “modéstia sexual não é uma fuga do amor, mas, ao contrário, a abertura de um caminho para isso. A necessidade espontânea para ocultar valores meramente sexuais ligados à pessoa é o caminho natural para a descoberta do valor da pessoa enquanto tal “(p. 179).

O Autor:
 
Dr. Edward (Ted) Sri é professor adjunto de Teologia no Colégio Beneditino em Atchison, KS, e colaborador freqüente do Lay Witness. Edward Sri é o autor do Mystery of the Kingdom, The New Rosary in Scripture: Biblical Insights for Praying the 20 Mysteries. Seu livro mai recente é a Queen Mother baseado em sua dissertação de doutorado e que está disponível na Benedictus Books.

Original aqui.
Notas da tradutora:
*O autor usa o termo “values” que foi traduzido por “valores” na língua portuguesa. Ele usa o termo “valor” referindo-se ao tesouro, àquilo que temos de precioso, como algo muito estimado que deve ser guardado.

23/11/2009. Tags: , . artigos, comportamento, modéstia. Deixe um comentário.

Noivas Modestas II

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Mais fotos de belos modelos de vestidos de noiva.

Algumas meninas reclamam que há somente modelos sem alças no mercado. Então para aquelas que querem se casar modestas, mas só têm encontrado vestidos deste tipo, vejam como  um tomara-que-caia pode ser adaptado com uma bela renda:

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Inspirem-se!

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21/11/2009. Tags: , . Noivas, vestidos. 5 comentários.

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