Cômoda decorada
02 sábado jun 2012
Posted in Casa e Jardim, Crianças, decoração
02 sábado jun 2012
Posted in Casa e Jardim, Crianças, decoração
01 sexta-feira jun 2012
Posted in acessórios, jaquetas, outono-inverno, saias longas, visuais
Gostei desse visual. É fácil de montar, bonito, modesto e adequado para dias em que o clima não esteja quente nem frio.
Saia maxi preta, blusa branca, jaqueta amarela, colar, carteira e um belo coque, e pronto: simples e belo! O sapato pode ser uma sapatilha ou bota ou ainda rasteirinha, é só saber combinar.
Contemporânea e modesta.
31 quinta-feira mai 2012
Posted in Dicas, modestizando, vestidos
vida
Com dois vestidos de alça ela costurou esse vestido chemise. Ao que parece o vestido estava muito baratinho, então ela teve a ideia de comprar dois para transformar em um modesto.
vida
vida
Não é uma boa ideia? Quem sabe se não é possivel fazer algo assim com algumas roupas que você tenha encostadas em seu armário? Duas roupas com tecidos diferentes, talvez, mas que se harmonizem bem e possam formar um belo vestido, ou uma saia modesta?
Modestizando seu guarda-roupa.
30 quarta-feira mai 2012
vida
Vejam como ela soube combinar um vestido florido com uma jaqueta jeans e deixar o visual arrumadinho.
No fim, tudo funcionou para criar um visual bonito e jovial. O cuidado é com batom de tons fortes, pode ficar bem chamativo. Hoje em dia eu prefiro algo mais suave, discreto.
Eu não sou fã do jeans, embora use alguma coisa de vez em quando, mas sabendo usar – escolhendo as ocasiões – pode ficar muito bom, como nesse caso.
29 terça-feira mai 2012
Posted in cintos, vestidos longos
Tags
Não, eu não gosto de estampa de cobra. Mas admito que algumas vezes ela pode ficar bem em algumas pessoas e ocasiões e que pode ficar elegante, como no caso desse vestido. Aqui na verdade o que me interessa é o modelo do vestido. Imagine que você pode fazer um desses, usando uma estampa diferente. Dependendo do que você escolher, pode ficar lindo! Eu acho que escolheria flores miudinhas com um fundo claro, para começar… ou listas fininhas
O cinto é um detalhe que faz a diferença. Para o vestido ficar bem alinhado, marcando a silhueta feminina, o cinto funciona bem. Mas pode ser uma faixa também, claro.
Um vestido assim, longo, solto, com mangas 3/4 ou longas, é um verdadeiro charme! Elegante, feminino, clássico e modesto. O cuidado? Nada de transparências, nem decotes. Guardando o recato a mulher se valoriza e fica ainda mais bela preservando seu mistério.
Inspire-se!
vida
Imagens: Blog da Thássia
28 segunda-feira mai 2012
Posted in adolescentes, artigos, comportamento, família, mundo moderno, Traduções
Por Pe. Paul Robinson
Traduzido por Andrea Patricia
As redes sociais tornaram-se um fenômeno quase universal. Desde crianças até profissionais de negócios, essas redes passaram a dominar a Internet a tal ponto que quase todo mundo tem uma variedade de “perfis” que mostram um fragmento de vida de uma pessoa. Mas, principalmente, para os pais: você realmente entende os perigos?
O homem finito é feito para Deus infinito. E ele não pode escapar a este propósito; ele pode apenas frustrar a sua realização. Eu digo “não pode escapar” não porque ele deve querer escapar – o que é mais lisonjeiro do que ser feito para o infinito? – mas porque ele tenta fazer isso tantas vezes. Para alguns, há um esforço sincero e desesperado para encontrar satisfação final em algo que é menor do que Deus; para outros, uma constante interrupção do relacionamento com Deus para se divertir por aí com as criaturas.
Se alguma coisa tem sido reforçada nos meus anos como sacerdote, é o seguinte: o vazio e o superficial são obstáculos enormes na jornada de um homem para Deus. Se aproximar mais de Deus, se unir a Deus, ser um com Deus, este é o propósito da existência do homem. Mas Deus é ilimitado, abrangente, totalmente satisfatório, infinito. Ao contrário da nossa relação com as criaturas finitas, em nenhum momento podemos dizer a Deus: “Eu vim até aqui e não posso ir mais longe.” Chegar até Deus requer tempo, profundidade, esforço e desejo intenso. Ele não pode ser trocado por nada menos do que Ele mesmo – parar no finito fará sempre com que se perca o infinito, e o homem não tem sentido sem a união com o infinito.
O desafio colocado pelo fim do homem dado por Deus nunca foi tão difícil como hoje, porque o superficial nunca foi tão atraente, acessível e imponente. Em todos os níveis da existência do homem – natural, intelectual, social e sobrenatural – o que é mais alto é mais nutritivo e valioso do que aquilo que é mais baixo: o princípio é superior à prática, o pensar é superior ao agir, o duradouro é superior ao passageiro, o esforço é superior à facilidade, a contemplação é superior à meditação, a filosofia é superior à ciência, o espiritual é superior ao material, Deus é superior ao homem. Nosso mundo carregado de tecnologia, porém, manifestamente inverte a equação, agilizando o caminho para o que é transitório e superficial, tornando a vida da existência humana significativa uma aberração social. O noticiário da noite, séries, outdoors, telefones celulares, iPods, videogames, rock ‘n’ roll, mensagens de texto, mensagens de fax, e-mails, cotações de ações instantâneas, previsão do tempo, feeds de notícias, atualizações de tráfego – como qualquer nadador se afogando nesta onda de informações consegue respirar profundamente as realidades espirituais feitas para a sua realização?
Neste momento, estou digitando em um laptop, presente do Homem de Negócios da St. Joseph. À direita na tela plana de 17 polegadas está a minha barra de ferramentas Google, convidando-me para saciar alguma curiosidade à velocidade do pensamento fazendo uma busca ou consultando a Wikipedia. Um relógio analógico vai contando os segundos e minutos enquanto logo acima um sol brilhante mostra a temperatura atual em St. Mary e a mínima e máxima do dia. Há ainda 1.532 outros “Google gadgets” solicitando-me com atratividade atormentadora. No momento, eu escolhi prescindir de uma mostra da posição dos planetas, um jogo de Tetris, mapas rodoviários, um vaso de flores virtual, uma bola de respostas, um set de TV na barra lateral, as citações do dia de Einstein, e inúmeras outras possibilidades “enriquecedoras da vida”. Todo o tempo, eu percebo que eu estou apenas arranhando a superfície do monólito tecnológico.
Redes Sociais
Entre todas as novidades midiáticas esvaziadoras de vida disponíveis hoje para o consumo público, a mais popular entre os adolescentes é a rede social. Parece bastante inócuo, a princípio: apenas alguns jovens se juntam para bater papo, postar algumas fotos, fazer amigos. Em uma cultura não-tóxica, tal rede poderia ter efeitos positivos. Hoje, é o veículo para a construção de uma segunda vida (1), uma vida com amizades virtuais sem restrições decorrentes de todas as barreiras sociais, regras parentais, ou decência humana. Muitas vezes, a diferença entre a persona de um adolescente na sua vida real e no perfil online é tão extrema quanto a diferença entre Shirley Temple e Britney Spears. A linha entre a vida virtual e a vida real é marcada pelo teclado do computador, e o contraste entre as duas é muitas vezes chocante.
O sucesso exponencial do Twitter (2), do MySpace e do Facebook entre os jovens e adolescentes não deve ser uma surpresa. Eles dão um poder inédito e lisonjeiro: uma audiência potencialmente ilimitada prestando atenção em você. Veja o Facebook, por exemplo: Cada questionário feito, foto postada, preferência declarada, comentário feito, o humor alterado, e perturbação de seu perfil são devidamente e imediatamente repassados a cada “amigo”, e cada usuário comum possui uns 120 deles. O famoso “Mural” do Facebook mantém um guia instantâneo de execução dos cliques entre você e seus amigos virtuais.
Os adolescentes que se engajam no mundo das redes sociais entram numa incubadora narcisista que é tão viciante quanto a sua capacidade espantosa para fazer o ego sentir-se bem. Muitos decidem não aparecer, deixando família, amigos, e o mundo real fora do seu calendário em troca de uma segunda vida virtual que é tanto mais satisfatória quanto mais alimenta o desejo de atenção e validação, sem fazer nenhuma exigência, moral ou social. De acordo com muitos estudos feitos, a melhor estimativa é que o uso médio de mídia feito por crianças e adolescentes é de 6 horas e 21 minutos por dia (3).
O objetivo de chamar a atenção só pode ser alcançado ao ir para baixo, não para cima. O escandaloso e sensacionalista oblitera o piedoso e profundo. Um Estudo de Tendências Adolescentes feito entre 2004 e 2006, concluiu: “Esta geração é única. A vida adolescente tornou-se um teatro, uma produção de mídia auto-dirigida” (4).
O exibicionismo é galopante na matriz online. Pelo projeto da natureza humana, as meninas atraem e os meninos são atraídos. Meninos exibem seu beber, fumar, embalados ao som do death metal, e, sim, suas namoradas. Enquanto isso, as meninas se despem. Poucas delas hesitam em mostrar-se em vários estágios de desnudamento para qualquer um que estiver interessado. E é o suficiente. Me, MySpace, and I cita uma de 14 anos de idade:
Eu tenho algumas fotos muito sexy no MySpace. Eu sei que elas são muito chamativas porque eu recebo pedidos de amizade de homens mais velhos o tempo todo. Eu gosto quando as pessoas pensam que eu sou modelo. Faz com que eu me sinta importante. (5)
A terminologia oficial para preparar a sua página MySpace é “pimp it out”[a].
O novo termo “sexting” sequer foi cunhado para a tendência de rápido crescimento entre os adolescentes de envio de fotos nuas ou semi-nuas (6). Ano passado, uma menina em Cincinnati foi tão longe a ponto de se enforcar depois que sua foto nua enviada por ela ao seu namorado foi enviada para adolescentes em diversos colégios e ela se tornou objeto de ridículo.
Muitos das gerações passadas se considerariam perigosamente auto-absorvidos se eles se vissem tirando fotos de si mesmos e as enviando regularmente para todos os seus amigos. O adolescente de hoje leva sua câmera digital com ele onde quer que vá, a fim de se mostrar para seu público. Sabendo que todos estarão vendo suas fotos e vídeos, ele se comporta de acordo com isso. No ano passado, algumas meninas na Flórida decidiram filmar a si mesmas batendo em uma colega de escola para que elas pudessem carregar o vídeo no YouTube e obter altas classificações. O virtual agora determina o real; adolescentes estão vivendo para a tela, não para a realidade da qual isso é apenas uma imagem.
Mas há um efeito colateral muito mais preocupante no “crescer online”. As próprias opiniões do adolescente estão sendo ensinadas pelo mundo do Facebook. O que significa ser amigo de alguém? Como se deve falar, empreender e prosseguir em um relacionamento, ou interagir com os outros? O que é mais importante na vida? O que significa estar satisfeito e ser bem sucedido? Onde estão nossos melhores interesses?
As respostas a todas estas perguntas são persistentemente inculcadas através da subcultura social da rede, nas propagandas, na arquitetura subjacente, e nas expressões dos próprios adolescentes. Talvez tenhamos aqui uma imagem do que a sociedade seria se ela fosse governada por pré-adultos não formados pelas normas da cultura civilizada. Sociedade Adolescente = milhões de adolescentes + redes sociais 44 horas por semana – adultos ou interação familiar – restrições da civilização – imposições da realidade.
O livro Generation MySpace destila com precisão em quatro sentenças a mensagem que está sendo vendida para as crianças pelos meios de comunicação e que a rede social atende: (7)
I - “Eu devo estar entretido o tempo todo.” A primeira mensagem que os adolescentes têm ouvido alto e muito claro é que o entretenimento está acima de tudo… Agora estamos mais alienados e desconectados deles do que nunca.
II – “Se você tem, ostente”. A segunda mensagem que os adolescentes estão adotando é que a modéstia é uma coisa chata – uma coisa do passado, sufocante, incapacitante – e que a privacidade é algo capenga… Como a cultura de estar na tela está enraizada na mentalidade exibicionista ancorada em imagens, os adolescentes de hoje são exibicionistas especializados, voyeurs vigilantes e narcisistas novatos.
III – “Felicidade é um adulto glamoroso”. A busca é por excitação, não por substância.
lV – “Sucesso significa ser um consumidor”. Eu tenho que comprar, a fim de ser validado.
O produto final desta mídia pai-mãe [ou seja, a mídia que cria no lugar dos pais- Nota Trad.] é o “screenager” [b] de hoje: multi-tarefa, feito para ser consumido [como mercadoria - Nota Trad.], alérgico a responsabilidade. E as pessoas estão percebendo isso. Lady Susan Greenfield, neurocientista da Universidade de Oxford e diretora da Royal Institution, afirmou recentemente:
Meu medo é que estas tecnologias estejam infantilizando o cérebro das crianças que são atraídas por zumbidos e luzes brilhantes, que não prestam atenção por muito tempo e que vivem para o momento… Muitas vezes me pergunto se conversa real em tempo real podem, eventualmente, dar lugar a estes diálogos de tela sanitizados e fáceis, em grande parte da mesma maneira como abater, despelar e abrir um animal para comer, foi substituído pela conveniência dos pacotes de carne nas prateleiras do supermercado(8).
Sue Palmer, autora de Toxic Childhood, afirma:
Nós estamos vendo o desenvolvimento das crianças com cérebros danificados porque não exercem a atividade com as quais elas tem se envolvido há milênios. Eu não sou contra a tecnologia e os computadores. Mas antes de iniciar a rede social, elas precisam aprender a ter relacionamentos reais com pessoas (9).
O próprio Papa é um pouco preocupado com o fenômeno. Quando o Vaticano anunciou o seu canal no YouTube, Bento XVI teve isso a dizer:
Seria triste se o nosso desejo de sustentar e desenvolver amizades online devessem ser à custa da nossa disponibilidade para colaborar com nossas famílias, nossos vizinhos e aqueles que encontramos na realidade cotidiana de nossos locais de trabalho, educação e recreação (10).
Cortando todo o glamour da mídia, o simples fato é que o valor de cada indivíduo é determinado pela força de seu relacionamento com Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas se a relação não vai além do clique de um botão, então será de fato surpreendente se alguém conseguir se colocar diante do esforço sério e do sacrifício necessário para manter a fidelidade a Nosso Senhor e permanecer em estado de graça. “Ser amigos” no mundo online não é mais profundo do que comer gelatina. Enquanto isso, Nosso Senhor pede e merece nada menos do que um compromisso vitalício. Mas como poderia um screenager do MySpace ter qualquer noção de tal compromisso? Pegue sua câmera e promova a si mesmo é muito distante de tome a sua cruz e siga-me.
Os prelúdios tradicionais de intimidade entre casais, o voto de fidelidade para a vida inteira ao qual chamamos casamento sendo o mais importante entre eles, tudo isso está muito longe. Agora, a formação de casais começa com a puberdade. A moral católica exige maturidade psicológica e estabilidade financeira antes de se começar um namoro; no mundo online, uma vez que você esteja fisicamente pronto, você só precisa de um parceiro para exercer os direitos de casado. Essa pessoa é sua amiga, até que ela seja removida de seu Top 8 (11).
Com perspicácia incrível, muitas vezes manifestada em encíclicas, o Papa Pio XI tinha isso a dizer há 80 anos:
A doença mais grave, pela qual a nossa época é oprimida, e ao mesmo tempo, a fonte fecunda de todos os males lamentada por todos os homens de bom coração, é a leviandade e inconsciência que levam homens de lá para cá através de caminhos tortuosos. Então vem a absorção constante e apaixonada em coisas externas, portanto, a sede insaciável de riquezas e prazeres que, gradualmente, enfraquece e extingue na mente dos homens o desejo de bens mais excelentes, e assim enreda-los em coisas externas e fugazes que os proíbe de pensar em eternas verdades, e nas leis divinas, e no próprio Deus, o início e o fim de todas as coisas criadas (12).
Quando se vive uma vida vazia online, não há espaço para a plenitude da Fé.
Medicina Moderna e PBS Frontline
Eu não consigo evitar um suspiro de cansaço ao ver a montanha de estatísticas e estudos de caso que os autores modernos acumulam em sua análise sobre nossa destruição cultural. Há sempre duas premissas implícitas: a) argumentos do senso comum ou de princípios, ou seja, argumentos “não científicos” ou “não experimentais”, estão completamente fora de questão -nenhuma dedução, apenas indução; b) o bem supremo pelo qual todos nós devemos lutar para tornar as coisas “seguras” para os nossos filhos.
É como se houvesse uma clínica de pacientes, todos aflitos com várias formas de câncer, e o médico se recusa a tratá-los por qualquer coisa, a não ser doença de pele. Para o mundo moderno, o problema é sempre material, e tal é a solução. Nós devemos falar com as crianças e seus pais, ouvir as suas preocupações e interesses, e responder com aconselhamento comportamental, produtos farmacêuticos, e treinamento de conscientização. Mas os jovens de hoje estão bem enredados na materialidade, o que eles precisam é de ser libertados disso. Eles precisam de espiritualidade, não de segurança; de moralidade, não de praticidade. Eles não precisam de um bálsamo que limpe a pele, mas da medicina que penetre a sua própria alma.
Dito isto, todos os exemplos práticos e de dados têm o seu uso. No início de 2008, a PBS Frontline exibiu um documentário chamado Growing up Online [Crescendo Online] (13). Ele fez um bom trabalho ao escolher vários adolescentes reais em uma cidade pacata de Nova Jersey para mostrar os caminhos típicos que os adolescentes seguem online. Ele começa com as palavras, “em Morris, NJ, como no resto os EUA, 90% dos adolescentes estão online, imersos em um mundo em grande parte escondido de seus pais”, e apresenta os seguintes exemplos da vida real:
O Deadbeat [c] – Greg, o primeiro adolescente apresentado, demonstra em um nível geral, o que subjaz a todos os jovens que o seguem: total decadência em um mundo irreal, online, apartado até mesmo da casa real em que vive. Seu pai comenta que lhe enviar um e-mail é uma maneira mais eficaz de se comunicar com ele do que ir até seu quarto, enquanto sua mãe afirma: “Ele depende tanto de nós, que eu não sei se ele percebe. É apenas parte de sua personalidade”. Greg explica como ele não tem tempo para ler Hamlet. Ele só olha para as Spark Notes, um atalho online para escrever artigos. (14)
A Anoréxica – Sara era uma menina quieta introvertida, mas agora é diferente. Logo depois que começou a ficar online, ela recebeu uma mensagem de um menino pedindo-lhe para tirar uma foto de si mesma despida, e ele faria o mesmo. Sara diz:
“Eu não me sentia confortável, então ele disse, ok, basta enviar uma com roupas mínimas, então eu fui ao banheiro e fiz isso. Era simplesmente como uma imagem, mas realmente não significa nada…”
e continua,
“… Tenho esta vida que é falsa: alegre para ter sucesso. E há o meu verdadeiro eu. Quando estou online, eu sou a pessoa real. Eu sou completamente 100% de mim. Eu vou falar sobre qualquer coisa para essas pessoas, porque eu sei que elas não vão me julgar.”
Sara tem um problema com anorexia que seus pais não sabem. Ela participa de fóruns online, tais como “magro é belo”, onde os anoréxicos que querem ser anoréxicos se encontram. Eles deificam a anorexia chamando-a de deusa “Ana” e compõem salmos para ela. Sara recebe dicas e truques para comer exageradamente, purgar, passar fome, coisas que fazem com que viver com um transtorno alimentar seja mais fácil. “Parte de mim é completamente Ana e parte de mim é anti-Ana.” Às vezes ela acha nojento; em outros momentos ela se entrega totalmente a isso. Ela menciona no final de sua entrevista ao Frontline:
“Espero que isso não seja para o resto da minha vida, porque eu sei que eu não deveria estar vivendo assim.”
A Estrela da Pornografia – Jessica estava vivendo apenas uma vida normal comum, mas era infeliz. Então passou a ficar online para recriar a si mesma.
Eu não queria ser conhecida como Jess. Eu queria ser o oposto total disso. Isso só me faz lembrar a menina que não tinha amigos. Eu simplesmente nunca me encaixei no molde. Eu poderia tentar e tentar e tentar; simplesmente não era eu. Eu me sentia tão insegura. Eu me sentia como uma estrangeira, nesta cidade sem graça.
Ela criou uma conta no MySpace e se tornou a estrela pornô gótica Autumn Edows. Seus pais sabiam que ela estava constantemente em seu quarto, mas não sabiam o que ela estava fazendo lá, ela não comia com eles, não passava tempo com eles. Ela se tornou imensamente popular no mundo online.
“Eu não me senti como eu, mas eu gostei do fato de que eu não me senti como eu. Eu me senti como se eu fosse famosa.”
O diretor da escola de Jessica foi alertado sobre a sua atividade online e ligou para os pais dela. No início, os pais ficaram chocados e fizeram com que ela apagasse tudo.
Jessica comenta:
“Eu estava completamente apagada do mundo inteiro. Ter algo que é tão significativo para você… ter isso tirado de você é como o seu pior pesadelo.”
Seu pai moderno diz:
“Esta foi uma lição importante para ela. Você precisa saber em quem confiar. Você tem que ser cuidadoso sobre para onde vai esta informação e como as pessoas percebem esta informação e como elas podem mudar o contexto da mesma.”
Mais tarde, os pais de Jéssica deixaram-na colocar tudo de volta online.
O Suicida – Ryan Halligan foi vítima de cyberbullying. Seu pai, John afirma:
“Eu claramente cometi um erro ao colocar esse computador em seu quarto. Deixei o computador tornar-se importante demais em sua vida.”
Na idade de 13 anos, Ryan foi ridicularizado online e transferido da sua escola. Ele foi chamado de bicha, depois se envolveu num flerte com a menina mais popular apenas para ser zombado quando deu atenção a ela. Ryan começou a procurar sites sobre morte e suicídio, incluindo como cometer suicídio e os melhores meios de suicídio de acordo com a personalidade de cada um. Ele foi encorajado nessa busca por “amigos” online. Ele acabou tirando sua vida por enforcamento na idade de 13 anos. Seu pai não sabia nada sobre sua vida online.
Sem ingenuidade
Se me pedissem para resumir a mensagem deste artigo em poucas palavras, seria isso: pais acordem. Sobrevivência tanto no nível natural quanto no sobrenatural no mundo da Internet requer maturidade e uma fé bem estabelecida. Seus filhos adolescentes não têm nem uma nem outra. Minha motivação para escrever este artigo não veio da leitura da Summa de Santo Tomás, mas de ficar online e ver nossa juventude católica tradicional nadando com a corrente do mundo no Facebook. É trágico ver os pais católicos tradicionais fazendo tanto esforço para levar uma vida católica, e, em seguida, entregar a si e aos seus filhos para o inimigo. Em muitos casos, tal comprometimento impede a esperança de uma vocação para seus filhos e prepara erros terríveis para antes e depois do casamento, incluindo a escolha de um parceiro; em alguns casos, essa ingenuidade é fatal.
Alguns veem o nosso deserto cultural como um Jardim do Paraíso ou pelo menos como um parque seguro para seus filhos. O acesso das crianças sem vigilância à tecnologia da Internet, iPod, CD player, PSP, telefone celular, TV, leitor de DVD, conta de email, MySpace, Facebook – acontece devido a inadimplência dos pais. Em questão de segundos online, um adolescente ansioso pode acessar pornografia, obscenidade, e música satânica, entre outras coisas. Assim como a confiança pode ser destruída num momento, o mesmo pode acontecer com a inocência. A transfusão do espírito do mundo através da tecnologia leva à destruição da fé, falta de interesse nas coisas espirituais, afastamento dos pais, e esvaziamento total do sentido da vida, paradoxalmente escondido sob a aparência de encontrar significado.
Não é que a tecnologia seja errada em si mesma. É que ela tem o potencial para a destruição poderosa e rápida. Entregar esses meios a adolescentes, imaturos, instáveis, curiosos e rebeldes como eles são, é como dar uma botija de gás e fósforos para uma criança pedindo para que ela tenha cuidado, um pedido que pode pacificar a consciência culpada de pais negligentes, mas de modo nenhum ajuda a criança. Muitos pais têm problemas com seu próprio relacionamento com a tecnologia, o perigo é multiplicado para as crianças.
Para terminar com algumas sugestões:
A Internet: Se é uma necessidade em casa, então que seja pública, limitada e filtrada (15). Não deve haver acesso desacompanhado à tecnologia antes da maturidade comprovada.
Vida: Tenha uma real! Construa relacionamentos verdadeiros com o seu cônjuge, seus amigos, e com Nosso Senhor. Eles são reais à medida que damos o nosso tempo e a nós mesmos para os nossos amigos.
Cultura: Leia um livro. Toque ou cante música. Misture entretenimento com educação, o primeiro deve elevar e enriquecer, não esvaziar.
Original aqui.
______________
O autor:
Pe. Paul Robinson fez mestrado em Engenharia de Computação antes de se tornar um sacerdote. Ele foi ordenado em 2006 pelo bispo Fellay e está alocado em St. Mary’s Academy and College, em St. Mary, Kansas.
___________
Notas:
(1) Há realmente um jogo online chamado “Second Life”, de menos popularidade do que as redes sociais, em que se cria um avatar de si mesmo que vive uma vida virtual em um mundo virtual.
(2) O Twitter é um meio de envio rápido de mensagens, com 140 caracteres ou menos, aos amigos a cada instante para que eles saibam que você está fazendo.
(3) Larry D. Rosen, Me, MySpace, and I(Nova Iorque: Palgrave Macmillan, 2007), p.6.
4 Ibid., P.9.
5 Ibid., P.16.
6 Cf.. http://www.cnn.com/2009/CRIME/04/07/sexting.busts/index.html?iref=mpstoryview.
7 Candice Kelsey, Generation MySpace (Nova Iorque: Marlowe & Co., 2007), pp xxiii-xxv.
8 Veja http://www.dailymail.co.uk/news/article-1153583/ Social-websites-harm-childrens-brains- Chilling-warning-parents-neuroscientist.html.
9 Citado em Ibid.
10 Veja http://www.irishtimes.com/newspaper/world/2009/0124/ 1232474679217.html. O Vaticano proibiu recentemente qualquer acesso ao MySpace e Facebook aos seus empregados. Veja http://www.catholiccourier.com/tmp1.cfm?nid=76&articleid=107627
11 Para citar Me, MySpace, and I, p. 41: “MySpace Top 8 Feature incentiva os adolescentes a identificar os seus melhores amigos – pelo menos os seus melhores amigos no momento – a destacar proeminentemente as imagens destes oito amigos na página principal do MySpace… Uma caloura do colegial de quatorze anos de idade, Sandie, me disse que ela muda seu Top 8 diariamente, ‘dependendo de com quem eu falei nesse dia e de quem eu estou tentando conhecer.’ … Danae, de dezesseis anos, me disse: ‘Eu odeio o Top 8. Eu me sinto tão obrigada, às vezes. Se um amigo me coloca no seu Top 8 e eu não faço o mesmo, eu me sinto meio mal… Então, ao invés, eu coloquei minhas bandas favoritas no meu Top 8′. ”
12 Mens Nostra, Dezembro 20,1929, § 4.
13 O programa pode ser visto na sua totalidade em: http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/kidsonline.
14 Quando eu visitei sparknotes.com, dois artigos de interesse foram “Desperdice Seu Tempo: Nós vamos mostrar-lhe como” e “Adultos são chatos: Não Se torne Um”. Três das dezesseis sugestões do artigo anterior eram “Faça uma Quiz do Facebook”.
15 Um software de filtragem gratuito pode ainda ser obtido em http://www.k9webprotection.com.
______________________
Notas da tradutora:
Nota Trad. – aparece quando eu faço a anotação dentro do texto entre colchetes.
[a] “Pimp it out”: termo de difícil tradução, que não encontra equivalente em língua portuguesa. “Pimp” em língua inglesa significa proxeneta, cafetão. O termo “pimp it out” quer dizer algo como ajeite algo como um cafetão ajeita sua mercadoria, ou seja, como um proxeneta apresenta suas prostitutas.
[b] Screenager: uma junção de screen com teenager, de tela com adolescente. Preferi deixar como no original.
[c] Deadbeat: palavra que não encontra equivalente em língua portuguesa. Significa a pessoa que não paga o que deve, que é irresponsável, preguiçosa, malandra, ociosa.
26 sábado mai 2012
Posted in Casa e Jardim, Crianças
Tags
25 sexta-feira mai 2012
Posted in cintos, desfiles, outono-inverno
Tags
24 quinta-feira mai 2012
Tags
Vejam que ideia interessante a dela, que subiu uma gola usando alguns babados.
Ela usou a parte de baixo do vestido que era longo, cortou e fez uns babadinhos adicionando à parte de cima. Não é uma boa ideia para ajustar algumas golas baixas? Sabendo fazer pode ficar muito bom, muito modesto. Lembrando que a medida mínima para uma realmente roupa modesta é a de dois dedos abaixo da cova da garganta.
O vestido era assim:
vida
Ela então fez a transformação, preenchendo o espaço com um tecido:
vida
Cortou dois dedos da barra do vestido:

vida
Costurou o primeiro babado no próprio vestido:
E ficou assim:

Para reformar seu guarda-roupa.
23 quarta-feira mai 2012
Posted in acessórios, casacos, jaquetas, outono-inverno, saias longas, vestidos de festa, visuais
vida
Dois visuais para festa no outono. Bonito, feminino, adaptável, simples.
O primeiro é com blusa transparente, então essa é a minha ressalva: roupas assim transparentes não são modestas. Nesse caso use uma camiseta por baixo, de forma que cubra os ombros e colo. Ou faça como eu já fiz algumas vezes, leve na costureira e mande forrar
Mas vale mostrar que pode ser montado um visual muito bonito assim, com saia longa, blusa, jaqueta metalizada, um colar, um penteado bonito.
O segundo é com suéter e saia rodada, metalizada, linda! Com um colar, um penteado e o sapato certo (que não precisa ser um salto alto demais, nem precisa ter salto na verdade, pode sim ser uma bela sapatilha, basta saber combinar), o visual fica perfeito para uma festa à noite.
Festa modesta.