Saia longuete preta, blusa listrada e sapato rosa

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Neste visual eu gostei principalmente do jogo de cores que ela fez ao usar um sapato rosa com o preto e branco da roupa. O colar é colorido também, mas não fica destacado numa primeira olhada. O salto está muito alto, seria melhor um salto médio para ficar realmente modesto. Mas claro que o visual é inspirador.

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Imagens: À La Modesty

Uma Confiante Trapaça no Trabalho

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Por Laura Wood

Traduzido por Andrea Patrícia

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Mulheres têm um problema de confiança, dizem duas jornalistas muito confiantes

 

Você provavelmente pensou que não era possível para ninguém escrever outro artigo imperdível sobre o porquê das mulheres serem profissionalmente menos bem sucedidas do que os homens – e o que elas podem fazer quanto a isso. Mas o assunto é um poço sem fundo para os fornecedores de absurdos da mídia, que não querem nada mais do que fazer a progressiva escravidão da mulher ao dinheiro e ao poder parecer algo empolgante.

Duas poderosas (e muito confiantes) jornalistas agora explicam sua teoria de que as mulheres alcançam menos sucesso do que os homens no mundo profissional, não porque as mulheres têm coisas mais importantes para fazer, não porque as mulheres são (felizmente) menos competitivas do que os homens, não porque as mulheres têm deveres com suas famílias, não porque elas não querem particularmente subir até o topo, mas porque – tcharan! – elas carecem de confiança. Conferências sobre liderança feminina, a dramática realocação de recursos públicos para incentivar a igualdade feminista, celebrações sem parar das realizações femininas, Amazonas de peito descoberto com bíceps salientes podem parecer para você, caro leitor iludido, expressões de confiança feminina, mas Katty Kay e Claire Shipman dizem que as mulheres estão na realidade sofrendo de baixa auto-estima. Kay e Shipman gostariam que os homens fossem menos bem sucedidos. Elas querem que os homens façam pior do que as mulheres. elas querem mais para as mulheres e menos para os homens. Para elas, a vida é uma competição de escola primária entre sexos e as mulheres devem ser confiantes o bastante para serem as Super Vencedoras Número Um.

Eu concordo com Katty e Claire quando elas dizem que as mulheres estão sofrendo com a falta de confiança. Aqui está o meu conselho: sejam confiantes. Sejam confiantes o bastante para resistir às seduções dessas mascates feministas. Sejam confiantes o bastante para distanciarem-se de amigos que acreditam nesse tremendo absurdo. Sejam confiantes o bastante para serem ninguém vindas de lugar algum. Sejam confiantes o bastante para afirmar que a ambição é sempre uma qualidade feia. Sejam confiantes o bastante para afastarem-se do rebanho e ficarem sozinhas. Sejam confiantes e seguras de si o bastante para dizer que todo esse jogo de poder materialista está totalmente abaixo de vocês.

Original aqui.

Azeite Extra Virgem, Só que Não!

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De interesse público: em teste recente feito pela Proteste, apenas 8 marcas foram legitimamente consideradas honestas com o consumidor,7 foram reprovadas e 4 não podem nem chegar a ser consideradas azeite. A marca de azeite extravirgem que você costuma comprar pagando mais caro está te enganando.

Esta pesquisa recente de fraude contra o consumidor revelou que grande parte dos azeites mais comuns no dia a dia dos brasileiros que são vendidas como extravirgens, são, na verdade, apenas virgens.

Para ser considerado extravirgem, o azeite tem que conter no máximo 0,8% de acidez enquanto que o limite do virgem é de 2%. Passando desta porcentagem de acidez, é azeite comum ou nem isso.

Este é o quarto teste feito pela Proteste com pior resultado e maior fraude contra o consumidor. A Associação, que tem como objetivo atuar na defesa e no fortalecimento dos direitos dos consumidores brasileiros, verificou se havia adulteração nos produtos.

Com uma análise sensorial feita em laboratório reconhecido pelo Conselho Oleico Internacional (COI), os azeites foram avaliados quanto ao aroma, à textura e ao sabor. Segundo a legislação, nos azeites extravirgens não podem ser encontrados defeitos na análise sensorial nem a adição de outros óleos.

Nos quatro azeites que foram detectados fraudes, havia mistura de óleos refinados com adição de outros óleos e gorduras. São eles: Figueira da Foz, Tradição, Quinta d´Aldeia e Vila Real.

Nos outros 15 azeites extravirgens testados, uma surpresa quando revelados os que são realmente extravirgens e os que são apenas virgens. As sete marcas que estão nos enganando pelo rótulo e tem qualidade inferior às exigidas são: Carbonell, Galo, Borges, La Espanhola, Serrata, Beirão e Pramesa.

E para lembrar aquele lance de “não julgar o livro pela capa”, as 8 marcas realmente sinceras com o consumidor são: Carrefour, Qualitá, La Violetera, Vila Flor, Andorinha, Cardeal, Cocinero e Olivas do Sul.

Visto que a grande atratividade dos azeites extravirgens são suas propriedades antioxidantes e benéficas à saúde, estas fraudes são um abuso, falta de respeito e deveriam ser consideradas crimes.

Faça sua parte e espalhe a notícia. Quanto mais gente souber o quanto estas marcas de renome estão nos enganando, estaremos menos vulneráveis a pagarmos de “trouxa”. Principalmente tratando-se de saúde.

Fonte: Notícias Naturais

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