Saia de tule branca e camisa xadrez

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kj saia de tule branca camisa xadrez

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Acho um charme saia de tule. É delicada, bonita, muito feminina. De uns tempos para cá tem sido muito usada pelas fashionistas e “it girls” da blogosfera. Eu gosto.

Nesse visual, Kristina resolveu unir a saia de tule com a camisa xadrez. Bem, não seria minha combinação, mas acho que não ficou ruim. Gostei do sapatinho bicolor com salto médio. Também gostei muito do arco dourado, do penteado, bem feminino, lindo!

Vejam mais:

 

kj saia de tule branca camisa xadrez2 kj saia de tule branca camisa xadrez3 kj saia de tule branca camisa xadrez4.

E aí, será que inspira?

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imagens: Kristina J.

 

Vestido amarelo florido, cardigã preto e sapato vermelho

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kj vestido amarelo florido cardi preto sapato vermelho

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Simplesmente lindo esse visual! Adorei o modelo do vestido, a estampa e a combinação que ela fez com o cardigã preto, o sapato e a bolsa em tons de vermelho. O salto do sapato médio ficou bom, delicado.

Eu colocaria mais um acessório, provavelmente: um cinto. Mas ficou muito bom assim do jeito dela também.

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Detalhe:

kj vestido amarelo florido cardi preto sapato vermelho2.

Inspiração ladylike.

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imagens: Kristina J.

Inspiração ladylike

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ruche our fair lady1

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Vestir-se como uma lady: elegante, feminina, delicada. Adoro.

Algumas imagens para inspirar um vestuário ladylike. Nem todas são perfeitamente desse estilo, como a última, por exemplo, mas inspiram.

Na primeira imagem abaixo, o que não fica bem num visual modesto é a transparência da renda nessa área do colo, pois está baixa, muito perto do busto. Se a renda fosse mais próxima do pescoço, com o tecido opaco cobrindo bem o busto, ficaria muito bom. Mas serve pra inspirar, pois fica lindo blusa branca e delicada com jaqueta ou spencer rosa antigo como o da foto. E o arco no cabelo ficou digno de uma princesa.

Então veja as imagens e inspire-se!

ruche our fair lady7 ruche our fair lady6 ruche our fair lady5 ruche our fair lady4 ruche our fair lady3 ruche our fair lady2.

Como uma lady.

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Imagens: Ruche

O Poder Inato das Mulheres

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Traduzi três comentários interessantes de leitores do site da Laura Wood, The Thinking Housewife. Leiam abaixo.

PETE F. escreve:

Em “Women’s Hockey: Not So Equal After All,“ Mary escreveu:

“Nesses casamentos “antiquados” os maridos possuem um profundo respeito e uma ternura duradoura por suas esposas, não porque suas esposas são como eles, mas precisamente porque elas não são: elas permitem que o homem tenha acesso a outra metade da vida, elas os complementam. É tudo perfeito? Claro que não. E claro que há áreas que coincidem, mas especialmente hoje as mulheres jovens deveriam tomar cuidado para não perder sua suavidade ou refinamento, os quais sempre serão atraentes aos bons homens e que irão em troca refiná-los. Agora mais do que nunca se precisa dessas qualidades e os homens em geral não as tem.”

Mary, sua visão foi muito bem colocada.

Os homens são naturalmente barbáricos; deixados por si mesmos, muito machos são perfeitamente felizes vivendo em relativa sordidez (aqueles que estão inclinados a desacreditar disso deveriam alguma vez passar um tempo com um jovem solteiro). O que impede que isso aconteça? Nas sociedades tradicionais do passado, tanto o pai quanto a mãe (bem como outros parentes e figuras respeitadas na comunidade) tinham importantes papeis a desempenhar na civilização de garotos e para torná-los homens.

Era tarefa do pai, ou do irmão mais velho, ou talvez de um sacerdote, instrutor ou treinador ensinar o garoto qual conduta ou comportamento era esperado dele como um homem. O papel da mãe também era vital, mas diferente. A tarefa dela era educar e civilizar seu filho – não apenas ensinado como um cavalheiro se porta diante de uma dama, mas provendo um lar confortável e o acesso a coisas como cultura, maneiras, e todos os outros grandes e pequenos hábitos que abrangem o comportamento civilizado. Graça, beleza, decoro, gentileza e todas as coisas que nos confortam – são essas coisas que transformam a casa num lar, e num refúgio de um mundo algumas vezes frio lá do outro lado da porta. Somente uma mãe ou uma esposa pode prover coisas assim.

Quando homens jovens são feridos mortalmente e estão morrendo longe de casa em algum campo de batalha estrangeiro, suas últimas palavras são geralmente sobre suas mães (ou suas amadas) e seu lar. Os homens sofrerão quase toda privação ou sofrimento para proteger essas coisas, e não há golpe mais cruel para um homem do que privá-lo da segurança, do conforto e do santuário de um lar.

É espantoso para mim que tão poucas jovens mulheres estejam cientes do enorme poder que elas possuem como mantenedoras do lar, do coração e da família. Essas coisas constituem a própria base da civilização. Se alguém deseja compreender o tremendo tédio e o desânimo do homem moderno, ele pode ter muito desgosto ao notar a rejeição de tantas mulheres a esse papel. Para um homem, há pouco sentido em sair e ganhar o mundo se você não tem um lar feliz esperando você no fim do dia. Se as mulheres querem que seus homens sejam grandes novamente, elas terão que restaurar essa peça faltante na nossa civilização primeiro; tudo depende disto.

— Comentários —

James N. escreve:

Eu me lembrei desse diálogo entre Frodo e Sam, no fim de O Senhor dos Anéis, crendo que estavam morrendo:

Frodo: “Eu posso ver o Condado. O rio Brandywine. O Bolsão. Os fogos de artifícios do Gandalf, as luzes, a festa na árvore.”

Sam: “Rosie Cotton dançando. Ela tinha fitas no cabelo. Se eu tivesse que casar com alguém, seria com ela. Teria sido com ela.”

Frodo: “Estou feliz de estar com você, Samwise Gamgee, aqui no fim de todas as coisas.”

Este é o anseio mais profundo de um homem: uma garota que ele conhece que coloca fitas no cabelo. Para ele.

Paul escreve:

Pete mais uma vez acertou em cheio. A maioria dos homens é naturalmente barbárica. Nós precisamos de nossas mães para nos ensinar como ser civilizados e tratar as mulheres. Mamãe não fez isso pregando. Ela fez isso ao nos colocar numa boa escola pública, e mais tarde, em escolas católicas e pelo exemplo.

O exemplo dela foi que ela não suportou as intimidações de meu pai. Como o pai dele (Papou nós os netos), papai era generoso e gentil, mas casamentos não são perfeitos.

(…)

E Pete está certo [quando comenta] que as mulheres parecem ignorar o poder pessoal que elas têm e sobre o desejo dos homens de ter um lar que inclua uma mulher. Homens, e todos os humanos, querem um lar ao qual retornar. O fato de alguns homens não terem sido ainda abençoados com a mulher certa não é evidência de que tal desejo não exista. Eu sou testemunha disso.

Original aqui.

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