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esporte, feminilidade, modéstia, moral, mulher, mundo moderno
Por Marian T. Horvat
Traduzido por Andrea Patricia
Na mesma época que começaram os Jogos Olímpicos em Atenas, foi anunciado que João Paulo II tinha criado um departamento no Vaticano para incentivar esportes entre os jovens. Fiquei muito desapontada ao ver no item um incentivo incondicional de todos os esportes – sem uma palavra de alerta sobre a modéstia e o decoro geral que a Igreja Católica sempre ensinou, especialmente para as mulheres.
Eu não sou uma entusiasta de esportes competitivos para as mulheres. Antes do Concílio Vaticano II, nem a Igreja Católica era. Sempre foi entendido que a natureza violenta de muitos esportes é incompatível com o espírito feminino. A demanda por vestuário de esportes imodesto, por exemplo, o maiô, roupas de acrobacia, trajes de ginástica, etc., imposta sobre as meninas sob o pretexto de praticidade, destrói seu espírito natural de modéstia.
Mas não é só vestir o que é desagradável, as posições e posturas que as moças e as mulheres assumem são frequentemente vulgares e, muitas vezes claramente indecentes. Basta considerar as rotinas acrobáticas da ginasta americana de 16 anos de idade que ganhou a medalha de ouro em Atenas. A figura ágil da jovem em roupa de ginástica, que revela cada linha de seu corpo se tornou um modelo para uma multidão de jovens, que irão se inscrever nas aulas de ginástica e imitar suas escassas roupas, seu penteado e posar, sem um pensamento sobre o vestuário imodesto, com as posturas indecentes que o esporte dita.
A violência de certos esportes é completamente contrária ao espírito feminino. Além da imoralidade da roupa, há uma ação contra a natureza.
Essas meninas são dignas de pena por causa da grave falta de orientação moral. Sem essa orientação é mais ou menos inevitável que elas cheguem a um nível moral (ou imoral) inerente a tais esportes, como hoje. A culpa não deve ser jogada, principalmente, sobre elas, mas sobre aqueles que deveriam ter fornecido a direção. Ou seja, a Igreja Conciliar. O silêncio da autoridade da Igreja sobre o tema é preocupante. Antes do Vaticano II, a Igreja não era muda sobre este importante tema. Parece oportuno oferecer alguns exemplos.
O perene ensinamento moral da Igreja
Pio XI emitiu uma carta ao Cardeal Vigário de Roma, expressando seu desacordo com a iminente competição nacional de ginástica e atletismo para as mulheres. Os meios utilizados para dar saúde ao corpo, “o instrumento nobre da alma”, declarou ele, devem levar em conta a adequação do tempo e do lugar. Eles não devem excitar vaidade ou promover a imodéstia. E eles não devem diminuir a reserva e o autocontrole de uma jovem mulher, que são o ornamento e a garantia da virtude” (Carta A Lei, Vicario Nostro, 2 de maio de 1928).
O Papa Pio XII, que viu com preocupação o avanço dos estilos modernos imodestos para as mulheres, muitas vezes lembrou que as moças sejam vigilantes contra perigos que ameaçam a pureza. Ele ofereceu a delicadeza de consciência do mártir Santa Perpétua como exemplo:
“Quando ela foi lançada ao ar por um touro selvagem no anfiteatro de Cartago, o seu primeiro pensamento e ação, quando ela caiu no chão foi para arrumar o vestido para cobrir sua coxa, porque ela estava mais preocupada com a modéstia do que com a dor” (Alocução às Meninas da Ação Católica, 6 de outubro de 1940).
Moda e modéstia devem andar de mãos dadas como duas irmãs, continuou ele, porque ambas as palavras derivam do latim modus, significando uma medida certa. Ele advertiu:
“Muitas mulheres têm esquecido a modéstia cristã por causa da vaidade e da ambição: se apressam miseravelmente em perigos que pode significar a morte de sua pureza. Elas lançam-se à tirania da moda, mesmo que seja indecente, de tal forma que parecem nem mesmo a suspeitar que é inconveniente … Elas perderam a própria noção de perigo, elas perderam o instinto de modéstia” (ibid.).
Um ano depois, felicitou as moças da Ação Católica pelo início da “Cruzada pela pureza”, ele encorajou um espírito militante contra a impureza. A vida do homem sobre a terra permanece sempre uma guerra, disse ele, e as mulheres jovens têm uma luta específica contra os perigos da imoralidade no campo da moda e do vestuário, da saúde e esportes. As armas que devem assumir para a luta, Pio XII disse a elas, são palavras, roupas e comportamento que exibem um alto padrão.
É realmente uma guerra, o Sumo Pontífice alertou. A pureza das almas que vivem em estado de graça sobrenatural não é preservada sem luta. Um heroísmo especial é necessário para contrariar a opinião pública, para estar além de estilos populares, recreativos e desportivos. Isto é ainda mais difícil por causa da “atitude indulgente, ou melhor dito, a atitude negativa de uma parte cada vez maior da opinião pública, o que a torna cega para os mais graves distúrbios morais” (Alocução de 22 de maio, 1941).
Ele foi bastante específico sobre as coisas que as mulheres jovens devem evitar a todo custo:
• “As roupas que dificilmente são suficientes para cobrir a pessoa;
• “Outras que parecem feitas para enfatizar o que deveriam resguardar;
• “Os esportes que são realizados com tal roupa;
• “O tipo de exibicionismo que é inconciliável mesmo com o padrão menos exigente de modéstia” (ibid.).
Algumas Objeções
* O Papa Pio XII dirigiu uma objeção ao argumento que já estava sendo levantado sobre a conveniência das novas modas desportivas. Algumas mulheres jovens, observou ele, a oferecem objeções práticas, dizendo que “uma certa forma de se vestir é mais conveniente, ou até mais higiênica”. Este tipo de protesto é comumente ouvido hoje: “Como posso fazer acrobacias em um vestido? Você não pode jogar futebol com uma saia”, e assim por diante.
Como o Papa Pio XII responder? Muito simplesmente, mas com firmeza, ele afirmou:
“Se uma forma de se vestir se torna um perigo grave e imediato para a alma, não é certamente higiênica para o espírito, e você deve rejeitá-la” (idem).
Novamente, ele voltou-se para o exemplo dos mártires para fazer seu ponto. Ele desafiou jovens a seguirem o exemplo das meninas, como Santa Inês e Santa Cecília, que sofreram torturas do corpo para preservar a sua inocência virginal e salvar suas almas:
“Você, então, pelo amor a Cristo, no amor à virtude, não encontrariam no fundo de seus corações a coragem e a força para sacrificar um pouco de bem-estar – uma vantagem física, se quiserem – para a conservação e segurança da vida pura de suas almas? “(ibid.).
Além disso, acrescentou, se alguém não tem o direito de pôr em perigo a saúde física dos outros simplesmente para seu próprio prazer, então certamente é ainda menos lícito comprometer a saúde de suas almas.
* Com isso, o pontífice voltou-se para outra objeção, também comumente ouvida hoje: que as modas indecentes populares não causam às mulheres jovens qualquer prejuízo moral ou as leva a assumir nenhum compromisso pessoal com a pureza. Ele respondeu:
“Mas como você pode saber alguma coisa da impressão causada sobre os outros? Quem pode garantir que os outros não retiram daí incentivos para o mal? Você não conhece as profundezas da fraqueza humana… Oh, como realmente foi dito que, se algumas mulheres cristãs pudessem suspeitar as tentações e quedas que causam em outros com os modos de vestir e familiaridade no comportamento, que elas consideram como irrefletidamente sem importância, ficariam chocadas com a responsabilidade que é delas“(ibid.).
* Pio XII, acrescentou uma palavra forte de alerta às mães católicas que imprudentemente permitem que os seus filhos e filhas acostumem-se “a viverem mal vestidos.” A relevância das suas palavras faz com que valha a pena repeti-las em benefício dos pais e mães de hoje, muitos que são bem intencionados, mas ignorantes dos perigos das roupas indecentes que se tornaram comuns hojeem dia. Ele afirmou energicamente:
“Oh mães cristãs, se vocês soubessem que futuro de ansiedades e perigos, de mal suprimida vergonha vocês preparam para seus filhos e filhas, deixando-os imprudentemente acostumados a viver pouco vestidos e fazê-los perder o senso de pudor, vocês iriam se envergonhar, e temeriam o dano que estão fazendo a vocês mesmas e os danos que vocês estão fazendo a essas crianças, a quem o Céu confiou a vocês para serem educadas como cristãs.” (ibid.)
Há algo ainda mais condenável, continuou ele, e isso é para as mães e outras mulheres entre os fiéis – e as mulheres piedosas entre elas – que é mostrar a aprovação das modas indecentes, vestindo elas mesmas essas modas. No momento em que uma moda “questionável” aparece em pessoas “para além de qualquer reprovação”, advertiu ele, outros já não hesitam em seguir a corrente, “uma corrente que talvez os arraste para as piores quedas” (ibid.).
Finalmente, Pio XII encorajou meninas e mães Católicas a se reunir para fazer um esforço comum para lutar contra essas formas de vestuário, comportamento e entretenimento. A união faz a força, e até mesmo um pequeno grupo de “resoluto e não tímido espírito cristão” pode exercer uma influência forte e dar um poderoso exemplo moral. (ibid.)
Este é o ensinamento moral da Santa Igreja Católica, que parece ter sido esquecido pelas autoridades religiosas, que deveriam enfatizar-los. Certamente, os perigos que os Papas anteriores, de modo prudente, avisaram sobre não diminuíram, mas aumentaram drasticamente. A moda se tornou mais ousada, a complacência para com imodéstia cresceu; mais meninas e mulheres estão se engajando no esporte violento, mesmo luta e futebol; linguagem viril e indecente, posturas e atitudes permeiam grande parte do ambiente esportivo.
Tudo fala da necessidade de um desafio renovado de uma “cruzada pela pureza” para mulheres jovens que praticam esportes.
Cada vez mais garotas masculinas
Os Papas Pio XI e Pio XII estava discursando sobre um velho problema, um mal governado espírito feminino que tenta os homens com roupas indiscretas e atitudes ousadas. Consciente ou inconscientemente sedutoras, as mulheres permanecem, pelo menos, femininas, e sua posição censurável ainda é natural. Hoje, um novo passo abaixo foi tomado pelas escadas da decadência: o aparecimento da menina masculina.
O novo modelo é uma estranha figura andrógina. “Meninas da Bola” é como algumas das modernas atletas mais novas chamam a si mesmas: as meninas que vivem para o basquete, beisebol, futebol, futebol americano – pelo jogo, o esporte, não para as aptidões e virtudes que irá ajudá-las como futuras esposas e mães. Eles são garotas ásperas, atrevidas, com músculos de homens, suficientemente bons para jogar contra os “caras”, meninas que deixaram sua feminilidade pela sua mania de esportes.
Olhe, por exemplo, a imagem acima. É ele ou ela? Não se sabe realmente, à primeira vista, se o jogador de basquete é uma menina ou um homem jovem afeminado.
É, na verdade, uma mulher jovem, uma popular jogadora de basquete da faculdade que representou os EUA nos Jogos Olímpicos. Para algumas jovens aspirantes a atletas, ela tornou-se um novo modelo ideal.
Ela é um ícone para as aspirantes a meninas “da bola” que a cercam na imagem à direita. Elas usam a sua camiseta, shorts folgados e não apenas na quadra, mas em casa, na escola, nos shoppings, mesmo na igreja. Elas colocam para trás seus cabelos curtos, sem ondas, arcos e presilhas para enfeitá-los. Elas se misturam em toda parte em tênis e meias. Esse tipo de comportamento representa uma tendência para a sempre mais masculina menina. Essas mulheres parecem ter dado um passo além da perda do instinto de pudor que Papa Pio XII advertiu contra, elas estão perdendo o instinto de feminilidade.
Só podemos especular sobre o futuro duro e infeliz de meninas que rejeitam a sua feminilidade, de forma aberta e descaradamente. Elas claramente perderam a noção da dignidade da mulher na visão de seu mais nobre papel como esposa, mãe e companheira do homem. A mulher masculina não reflete uma verdadeira emancipação. É sim a degradação da personagem feminina, a rejeição do plano sábio de Deus. É uma posição contra a natureza.
A saúde da alma tem precedência sobre a saúde do corpo
A Moral Católica não é como os estilos, não muda com o tempo. O que era imodesto ou indecente ontem não se tornou milagrosamente aceitável hoje por causa da omissão ou a complacência da Igreja Conciliar. As palavras do Papa Pio XII às meninas e mulheres continuam a ser adequadas hoje:
“Além da moda e suas demandas, há leis mais urgentes, princípios superiores à moda, e imutáveis, que sob nenhuma circunstância, podem ser sacrificados aos caprichos do prazer ou da fantasia, e diante dos quais deve se curvar a onipotência efêmera da moda. Estes princípios têm sido proclamados por Deus, pela Igreja, pelos santos, pela razão, pela moral cristã…
“Como São Tomás de Aquino ensina, o bem da nossa alma deve prevalecer sobre o do nosso corpo, e para ao bem do nosso corpo devemos preferir o bem da alma do nosso próximo” (Alocução às Meninas da Ação Católica, 22 de maio de 1941).
Existe apenas um caminho, hoje, como ontem e amanhã, para a menina e a mulher católica combaterem a imodéstia das modas imorais, palavrões e atitudes masculinas: uma rejeição absoluta deles. Para o bem da alma, alguns exercícios de ginástica e esportes simplesmente não são adequados para jovens senhoras católicas.
Original aqui.


Andréa, eu pratico musculação e digo que é complicado você encontrar uma roupa adequada para praticar esse tipo de atividade.
Nenhuma roupa de ginástica que você encontra nas lojas é modesta. O que eu faço é tentar não ser vulgar, uso calças folgadinhas e camisetas. Percebi que depois que comecei uma roupa menos chamativa (no sentido de não marcar tanto como as leggings por exemplo, tops), os homens não ficam olhando. E deixo claro que faço ginástica numa academia pequena, com público mais feminino e junto com meu esposo.
Pois é, Agatha, hoje em dia temos que fazer “malabarismos” para poder nos vestir com decência. Adaptamos aqui e ali na tentativa de ficarmos modestas. É dureza!
Olhe, eu deixei de frequantar academia há muito tempo, e meu esposo deixou há pouco tempo atrás. É um lugar complicado, principalmente quando é misto. Seria bom se existissem mais academias somente para mulheres e outras somente para homens. Sei que há o Curves, que é para mulheres, mas não sei como funciona mesmo, e creio que não seja nada barato.
A minha musculação é carregar meu filho e as compras do supermercado rsrsrsrs. Fora isso caminho um pouco do trabalho para casa e subo escadas (seis andares).
Ah sim, quando eu frequentava academia, fazia como você, buscava roupas menos chamativas, e colocava umas camisetas enormes para cobrir o corpo. Era um paliativo, mas determinadas posições terminam revelando tudo e é bem desagradável perceber como os homens terminam olhando de um jeito ou de outro.
Eu quero voltar a fazer caminhada, mas o tempo é curto. Acho que vou botar meu filho no colo e caminhar com ele rsrsrsrs…um pesinho extra para tonificar os músculos
Na minha cidade tem uma academia só para mulhres é pequena e as meninas são ótimas, o preço é na media das outras academias, espero este ano frequenta-la.
Mas na maioria dos lugares, ou não tem ou são mais caras que as outras.
Já frequentei academias mistas por pouco tempo pois não me adaptei mesmo, é como você falou temos que fazer o maior malabarismo rsrs!
Pois é Izabel, as coisas são difíceis nesse mundo, a gente tem que tentar adaptar! O jeito é buscar fazer caminhada e exercícios em casa. Pode dar muito certo. É bom também caminhar mais, em vez de andar de carro, ou usar bicicleta talvez. Subir e descer escadas em vez de pegar o elevador ou a escada rolante, fazer faxina em vez de contratar diarista: são pequenas coisas que podemos fazer para ficarmos saudáveis e em forma
Engraçado com algumas coisas são instintivas, quando eu era mais novinha quiseram me matricular em um determinado esporte, mas mesmo naquela época eu não achei “apropriado” não me identificava com aquilo.
Não entendo porque coisas que me parecem tão “fáceis” de entender, porque coisas que parecem ser apenas parte mim, são tão estranhas para a maioria das mulheres hoje.
Abraços
Izabel, é interessante como ficamos cegas diante de algumas coisas e percebemos bem outras. Sabe Deus porque acontece isso! Mas que bom que você ficou afastada de atividades desfavoráveis. Glória a Deus!
Hoje em dia o espírito do igualitarismo pegou as pessoas e quase todos pensam que é bom que a mulher faça o que quiser, sem se importar se aquilo serve à sua condição feminina ou não. É triste! Mas podemos fazer diferente e alertar as pessoas sobre isso
Abraços!
Andréa, acredito que uma opção menos custosa para quem gosta de ter uma vida ativa, enfim, fazer alguma atividade física e não ter que sair de casa é ter uma bicicleta ergométrica (já vi modelos por R$ 250,00), além de não ocupar tanto espaço.Se você tiver disciplina pode fazer exercícios em casa. O aeróbico é o mais importante para o nosso condicionamento. Realmente o ambiente de academia acaba estimulando uma competição. Eu, particularmente, prefiro ambientes mais tranquilos e acabei optando por uma academia menor. Eu acho que ter uma vida ativa é muito importante. Não particularmente fazer um esporte, mas ao menos caminhar, subir escadas, como você faz… isso já ajuda bastante. Muitas pessoas acabam desenvolvendo patologias por conta de uma vida extremamente sedentária. Já vi gente pegando carro para ir na padaria, com uma distância de uma quadra. E as pessoas esquecem que para manter um peso saudável 60% é alimentação balanceada e 40% atividade física. Ou seja, não adianta ficar se matando nos treinos e comer só tranqueiras. Eu comecei a fazer atividade física para combater ansiedade, essas coisas. Quem me recomendou foi um psiquiatra e hoje não consigo ficar sem.
Maravilha, Agatha, temos mesmo que buscar esse equilíbrio! Cuidar do corpo de maneira moderada, comendo de forma saudável e se exercitando.
Sim, acho ótimo ter uma ergométrica. É bom que quem puder faça isso. Eu conheço gente que faz exercício em casa, tem força de vontade e consegue mesmo! Vida sedentária pode fazer muito mal para o corpo e para a alma também, tenho certeza.
Uns pesinhos, uma esteira ou ergométrica, até uma vassoura pode ajudar! rsrs
Boa. Olha a vantagem de dispensar a faxineira….Olha só:
http://entretenimento.r7.com/receitas-e-dietas/noticias/entre-em-forma-sem-gastar-20091006.html
- arrumar cama = 120 calorias
- varrer a casa = 198 calorias
- preparar o almoço = 120 calorias
- fazer uma escova = 150 calorias
- tomar banho e fazer esfoliação = 120 calorias
- bater claras em neve = 120 calorias
- lavar o carro = 180 calorias
- passar aspirador = 150 calorias
- faxina no guarda-roupa = 138 calorias
- duas horas na frente do computador (mandando emails, etc) = 108 calorias
- se arrumar para uma festa = 120 calorias
- brincar com os filhos = 168 calorias
- lavar louça = 150 calorias
- caminhada no shopping = 138 calorias
- passar roupa = 138 calorias
- enfrentar a fila do banco = 72 calorias
- oito horas de sono = 504 calorias
Ah que ótimo! Olha aí, meninas, vamos nos exercitar assim!
Gente, adorei isso. E ainda tem mulher que reclama que não consegue se exercitar! Ora, cumpra com seus deveres domésticos em vez de deixar que a babá e a faxineira façam tudo por você!
Obrigada, Agatha!
Salve Maria
Quero convida você meu irmão a participar do blog
Soldados católicos foi fundando com o objetivos de reuni todos os sites e blog católico em um lugar só em categorias. E procura sites e blogs católicos bons que não são conhecidos.
Se você se escreve as sua postagem sera divulgada por Email e pelo o Facebook e muitas pessoas poderão se interessa em ver o seu blog e assim a evangelização que já acontese seria mas divulgada esse é o objetivo do blog soldados católicos se tive interessado esconha uma categoria para o seu blog e envie um email ou um cometário esse é o link do blog.
http://ossoldadoscatolicos.blogspot.com/
e-mail para contato: soldadoscatolicos2@hotmail.com
PAZ E BEM
Esse ano combinamos de tentar caminhar eu e meu noivo, o problema é o tempo e sua organização.
E é bem assim como a lista mostra, uma atividadezinha e uma mudança como subir escadas, caminhar, etc já traz muito benefício. Não precisa ser tudo de uma vez, até pq excesso em qualquer coisa faz mal.
Beber mais água, por exemplo, muda muita coisa quando antes só se tomava refrigerante. E podemos ainda aliar essas mudanças – que no inicio são penosas – a mortificações. Comer algo (verde) que não gostamos, beber mais suco e menos refrigerante, caminhar até uma atividade perto de casa [eu farei isso quando começar um curso novo, irei a pé, se tudo der certo, dá uns 40 minutos pra ir apenas, então já será um baita exercício ir e voltar rsrs]… etc.
Gostava de dançar e isso ainda é custoso pra mim, não poder fazer essa atividade pra largar o sedentarismo, tendo de buscar outras alternativas, mas tudo tem um preço e uma recompensa, né? Pela modéstia e por Nosso Senhor a gente acaba fazendo com gosto
Beijos.
Em você e no João.
É verdade, Evelyn! Tudo tem um preço e uma recompensa. Perdemos um pouco aqui na terra para ganhar o Céu, essa é a nossa esperança
Eu deixei de tomar refrigerante no ano passado. Só virei a tomar por pura necessidade, se estiver morrendo de sede e nada mais puder me saciar. Tenho buscado fazer umas mortificações e essa que você citou, da comida, é muito boa. Devemos mortificar sempre na hora de comer, pois o pecado da gula é muito comum, até onde sei, principalmente nesses dias em que há tantos restaurantes rodízio e a kilo…perigosos rsrs.
Eu gostaria de voltar a fazer caminhada, mas por enquanto não dá. Tudo bem, como dizia o santo Jó: Deus dá, Deus tira, bendito seja o nome do Senhor!
Beijos!
PS.: João Pedro está enorme! Espero que você possa revê-lo em breve
Ah sim, se Deus quiser verei o pequeno novamente na festa do mosteiro em maio, caso você vá com seu esposo. Até lá, creio que o João já vai estar correndo ou arriscando passinhos né? Que fofo!
Beijos.
Ah vai sim. Ele engatinha bastante e fica de pé sozinho rsrs. Muito fofo!
beijos
Olá,
Salve Maria.
Essa é a 1° vez que faço comentarios aqui, portanto vou apenas fazer perguntas.
Sei que há esportes que são completamente masculinos, como o boxe e o futebol,
esse último apesar do que tentam fazer que encaremos com naturalidade, não vejo a menor beleza sendo ele praticado por mulheres. Apesar das várias jogadas e dribles, muitas vezes fantasiticos, é horrível ver esse esporte sendo praticado por mulheres, a mulher acaba ficando muito masculinizada dentro desse esporte. Ainda não vi essa cena, mas só faltam cuspir no chão. Há esportes claramente masculinos e outros claramente femininos (homens fazendo nado sincronizado é díficil de imaginar).
No entanto, eu como praticante de artes marciais (atualmente, por falta de tempo, ex-praticante) vejo com bons olhos mulheres praticando algo como o Karatê e o Taikwon- dô, até mesmo Aiki-do e coisas semelhantes, visto que as roupas (kimonos) são sempre modestos e que não há o mínimo de sensualidade nessas lutas, e também devido ao contexto de violência urbana em que nos encontramos, onde muitas vezes as mulheres são alvos preferenciais de bandidos, creio que um conhecimento em artes marciais pode livrar muitas mulheres de um grave perigo.
O que as Sras e Srtas podem me dizer a respeito disso?
Eu poderia colocar uma filha minha em uma escola de artes Marcias, ou eu mesmo poderia ensinar Karatê a ela sem correr o risco de estar sendo contra a fé?
Gostaria de suas opiniões.
Em Jesus e Maria.
Lúcio Clayton
Salve Maria!
Prezado Lucio, aguarde um pouquinho que irei respondê-lo.
A Paz!
Sim,
Estou no aguardo.
A propósito, ótimo blog.
Deus as abençoe.
Muito obrigada, Lucio. Glória a Deus!
Lúcio, perdoe a demora, só agora pude vir aqui responder com calma. Consultei um bom sacerdote sobre essa questão, e a resposta dele é a mesma que a minha.
Também penso da mesma forma que você, a violência das cidades praticamente nos obriga a fazer cursos de defesa pessoal.
Seria bom que as mulheres se dedicassem mais a aprender aquilo que é necessário para sua vida em família, mas nos dias de hoje aprender artes marciais torna-se quase uma necessidade! Triste mas é verdade. Também nada impede que ao lado de cursos de costura e culinária, uma moça aprenda algum tipo saudável de artes marciais*, em vez de dança ou algum desses esportes altamente masculinizantes, como o futebol.
Ao menos a roupa de lutas marciais costuma ser bem larga e longa, não fica escandaloso para uma mulher lutar assim, creio eu. Vi alguns vídeos de chinesas fazendo artes marciais, e elas usam calças bem largas e túnicas por cima, cobrindo em alguns casos até mesmo as coxas (o que eu recomendo nesses casos). Embora eu saiba que a calça não deve ser usada pela mulher, não vejo saída nesse caso. Nos dias violentos de hoje aprender a lutar pode salvar alguém, então creio que não há problemas, contanto que se respeite a moral, claro.
Espero que tenha ajudado!
Se alguém mais tiver algo de útil a dizer sobre esse caso, agradeço.
Que Nosso Senhor Jesus Cristo abençoe você e sua família!
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*não conheço a fundo tais artes, mas admiro as orientais em sua maioria. O problema é quando existe algum tipo de filosofia que possa ser contrária ao Cristianismo, embutida em algumas delas. Mas isso requer estudo que não posso fazer agora. Se alguém puder ajudar nessa questão, agradeço muito!
Ok, obrigado pela excelente argumentação.
nesse caso, o Kung Fu estilo Wing chun, recomendo mais para as mulheres.
pois é um estilo muito delicado que e sútil que pode ser bem utilizado por mulheres, pois essa prática não exige o uso de muita força, aliás, esse estilo foi criado por uma mulher…
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wing_chun
em Jesus e Maria.
De nada, Lúcio. Obrigada pela participação e pela dica!
Fique com Deus!
Andréa, temos que ter cuidado com as artes marciais de solo como o Jiu-Jitsu, Judô, por que geralmente nos treinos há um contato físico mais evidente. Claro que o objetivo é aprender a arte em si, mas imagine dois jovens de sexos opostos treinando juntos.
Se a mulher puder treinar com um familiar ou professora mulher, eu acredito ser mais apropriado, mas a maioria dos professores e mestres são homens. Eu tenho vontade de praticar algo do tipo, mas o que me incomoda é esse excessivo contato físico.
Oi Agatha! Sim, realmente temos que pensar nisso. Se atender aos ditames da moral, eu concordo, se não…não!rs
Agatha, foi muito boa sua observação, me fez pensar também que seria bom que os pais aprendessem tais artes e ensinassem às suas filhas. Poderia ser uma saída para essa questão de não ter professoras mulheres, né? É uma ideia.
Os pais de qualquer forma tem que cuidar de forma especial de uma moça que se envolva com luta, para que ela não perca a feminilidade.