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Metalizadas, com glitter ou pedrinhas, as sapatilhas com brilho invadiram as ruas mundo afora. Agora no Verão é o que mais tenho visto por aí, além dos cintos.
Cecconello
Luiza Barcelos
Ótimo que cintos e sapatilhas estejam em alta, pois ajudam muito a compor visuais femininos, elegantes.
Anna Flynn
Cecconello
O brilho das sapatilhas que estão nas vitrines pode – em geral – ser usado durante o dia, compondo visuais simples e bonitos. Você pode usar uma roupa de tons neutros e ter a sapatilha com brilho para deixar tudo mais gracioso. Ou ainda combinar cores e brilhos. Sabendo fazer pode ficar muito bonito.
Anacapri
Arezzo
Meu modelo preferido é o trançado ou tressê, como este aqui:
Essa é da Mr. Cat, mas também tem na Soulier. Linda!
Vejam agora dois sets para inspirar:
O primeiro é simples e perfeito para o dia. A sapatilha é dourada, num brilho discreto, vazada (poderia também ser uma tressê). A saia branca no comprimento midi pode ser substituída por uma em tons de creme ou marfim, ou ainda um bege (que não fique da cor da pele! Nude não pode, pois parecerá que você está sem nada). A camisa é florida, estampa tipo Liberty, muito fofa, e pode ser usada amarrada, com um nó; fica uma graça usada assim, mas certifique-se de usar uma regata por baixo para que a barriga não apareça! A bolsa que escolhi é turquesa, linda, mas poderia ser verde, marrom, bege, azul, branca…ou outra cor que você goste e que combine, que deixe o visual harmônico.
Sapatilha de brilho bronze, fofa, com lacinho. Vai bem com um vestido marrom. A carteira colorida compõe um visual para a noite. O brinco de coração dourado, com pedrinha de brilhante é uma gracinha e pode ser substituído por um em tom de bronze, claro.
Inspire-se!










Esses dias comprei uma sapatilha e começou a machucar meu calcanhar formando bolhas. Tive que comprar um protetor em formato de adesivo que adquiri numa loja de sapatos. Até que resolveu.
Ah, eu tenho algumas sapatilhas que machucam! Chato, mas não há muito o que fazer a não ser colocar adesivos e band-aids. Em alguns casos eu aproveito para oferecer o sofrimento como penitência ou mortificação.
A minha sapatilha com brilho – uma dourada, da Soulier – ficou relativamente confortável, não me machucou nada! Ufa! rsrs
Andrea, se os cristãos dizem que Deus é amor, que Cristo veio para pagar por nossos pecados e se há arrependimento sincero, por que é necessário fazer penitência? Deus se alegra com o teu sofrimento, ainda que por ele?
Sophia, vou te responder, aguarde só um pouquinho, ok?
Sophia, espero que eu consiga responder. Vamos lá
Nosso Senhor Jesus Cristo pagou por nossos pecados realmente, mas a penitência não serve para isso. Ela ajuda a apagar as penas temporais, não os pecados. Todo pecado resulta em duas coisas: culpa e pena. Quando confessamos nossos pecados é perdoada a nossa culpa, mas todo pecado deixa “manchas” que devem ser apagadas, essa purificação se dá pelas penas temporais (isso pode acontecer aqui e /ou no Purgatório).
A penitência é uma das formas de pagar as penas temporais. É um tipo de mortificação, uma prática ancestral. São João Batista exortava o povo a fazer penitência, assim como todos os outros santos.
É sinal de arrependimento dos pecados, da tristeza por infringir as leis de Deus. A Igreja então prescreve algumas penitências que devem ser feitas por todos os fiéis, por exemplo, não comer carnes na sexta-feira.
Deus não precisa do nosso sofrimento, mas o aceita quando este é oferecido a Ele de forma sincera, pois é sinal claro do arrependimento dos pecados. Esse tipo de prática fortalece a pessoa, cria a disposição para receber mais graças divinas e aumentar a Caridade (o amor a Deus e ao próximo como a si mesmo).
Precisamos nos mortificar para nos desapegar mais das coisas do mundo, que são transitórias. Temos que buscar cada vez mais nos focalizar no fim para o qual todos nós fomos feitos: Deus. E ao ficarmos apegados às coisas do mundo, nos afastamos Dele.
Agora, desapegar não quer dizer deixar de reconhecer as coisas boas, por exemplo, um bom prato de comida ou uma roupa bonita. É sim reconhecer isso, mas ficar livre para não tê-los. O cristão deve estar pronto para a renúncia total, para o martírio se preciso for, e não irá conseguir forças para nada disso se continuamente se entregar ao prazer sensual, principalmente sem lembrar que deve agradecer ao Criador por tudo o que há de bom: bebida, comida, banho, sono, roupas, sapatos… Daí que se abster de algumas dessas coisas – ou conviver com um sapato que machuque de vez em quando – ajude a nos fortalecer, desapegando das coisas transitórias e colocando nossa atenção naquilo que mais importa.
Para o diamante brilhar é preciso que seja burilado; para que cheguemos à perfeição precisamos de muito trabalho e este nunca vem sem algum tipo de sofrimento. Mas a alegria em avançar e a esperança em chegar ao objetivo final compensa tudo.
Deus é amor, mas amar não é “passar a mão na cabeça”, é sim buscar levar o ser amado àquilo que é melhor para ele, e o melhor é Deus.
Querida, espero que eu tenha respondido ao seu questionamento. Mas se quiser mais algum esclarecimento sobre este ou outro assunto fique livre para perguntar, que buscarei responder sempre.
Abraço!
Se não considerar este um espaço apropriado para a minha pergunta, eu entenderei e serei grata se me responder por e-mail. Obrigada!
A minha demora em responder foi proporcional a de entender; mas ao me colocar no teu lugar, compreendo a ideia. Obrigada! ^^
Que bom, Sophia!
De nada!