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Uma leitora querida perguntou sobre o uso da camisa social feito pela mulher e sobre como algumas pessoas justificam o uso de calça para o sexo feminino a partir do uso da camisa social. Algo do tipo “se a camisa é roupa masculina e as mulheres usam, então a calça pode ser usada também”.

Então eu achei que seria bom escrever sobre o assunto. Aproveitei a resposta que dei a ela e complementei com mais informações para todos vocês.

Como eu já disse antes, sei que esse modelo de camisa – em geral – não é considerado muito feminino (quando se pensa em feminilidade como algo muito delicado, onde rendas e babadinhos seriam como que sua marca), mas é um tipo de roupa que pode ficar bem modesta e é uma boa alternativa às blusinhas imodestas que vemos por aí, usadas até mesmo em local de trabalho.

Como elas estão em alta, achei por bem fazer uma série de postagens dando ideias de como vesti-las de forma feminina e modesta, para aproveitar o que está no mercado ou o que você já tem em casa. É uma peça de roupa que geralmente fica decente, com suas mangas cobrindo o braço e botões protegendo o colo.

Mas agora vamos a um pouquinho de história.

Madame Seriziat, por Jacques-Louis-David em 1795 Chemise Dress. Repare na modelagem já bem parecida com a camisa social atual.

Veja o que diz Nancy MacDonell, editora de moda, sobre a camisa: “A camisa branca moderna é uma adaptação da roupa de baixo masculina. (…) Até quase o final do século XVIII, as camisas dos homens não deviam aparecer, eram usadas como uma camada entre o corpo e o traje externo. As mulheres usavam um tipo de camisa feminina com a mesma intenção. O que importava era que essa roupa pudesse ser lavada com mais facilidade e freqüência - relativamente falando – do que um vestido ou casaco, que, no caso das classes ricas, muitas vezes não podiam de modo algum passar por uma limpeza, devido à profusão de bordados e outros ornamentos. Uma camisa branca simples podia aparecer sob o decote de um vestido, mas era considerada, realmente, roupa de baixo. (…) Como os vestidos eram confeccionados como peça única, não foi senão depois que o tailleur se tornou popular, nos anos 1880, que a blusa de feitio e confecção semelhantes aos de uma camisa – como as camisas femininas eram então conhecidas – tornou-se necessária.”

DESENHO DE 1906. ESSAS SÃO AS CHAMADAS “SHIRTWAIST”: CONSTRUÍDAS COMO CAMISAS MASCULINAS, PRESAS À CINTURA COM SAIAS. SÃO PEÇAS QUE HOJE ALGUMAS VEZES NÓS CHAMAMOS DE BLUSAS.

No final do século XIX, a camisa colegial feminina já era bastante parecida com a camisa social de hoje: sem enfeites “eduardianos” (rendas, bordados, nervuras, tudo em muita quantidade). Já em 1910 o uso de tais enfeites passou a ser considerado fora de moda, antiquado. O corre-corre cotidiano pedia roupas mais simples e fáceis de tratar.

No começo do século XX essa camisa branca e de algodão, a chemise, era usada por muitas mulheres norte-americanas, por causa da facilidade em mantê-las, pois eram mais fáceis de lavar do que as de seda e outros materiais que os estilistas da época adoravam usar nas coleções femininas. Nessa época, várias mulheres estavam no mercado de trabalho (recepcionistas, telefonistas, entre outras trabalhadoras de escritório), e a camisa de colarinho branco, de uso geral, apresentava pequenas diferenças do modelo masculino (babadinhos e aplicações). Sempre usadas com saias, compunham um visual uniforme, sóbrio, adequado para a vida profissional nas cidades grandes.

O colarinho branco era usado no início apenas pelas classes mais altas. Os operários usavam camisas azuis. “No século XIX, quando não havia desodorantes nem lavagem a seco, e lavar roupa era muito mais trabalhoso do que encher uma máquina e se lembrar de adicionar um amaciante de tecidos, as damas e os cavalheiros eram afamados por suas roupas brancas e limpas. Ao contrário dos de classe operária, eles podiam se permitir roupas e camisas limpas todos os dias – o que era uma das marcas da posição social que ocupavam. Mesmo hoje nos referimos a empregos ocupados por colarinhos-brancos e por “colarinhos azuis” (aqueles trabalhadores que estão diretamente ligados à produção): os primeiros sugerem um trabalho feito em mesas, em escritórios bem ventilados; os últimos, algo que tem a ver com trabalho manual e suor. O ardil, explica Alison Lurie em The language of Clothes, é o seguinte: “A camisa branca ou de cor clara que se suja com facilidade e que significa uma libertação do trabalho manual, deixa quem a usa constantemente arriscado a se atrapalhar com punhos ou colarinho encardidos”. Portanto, embora usar branco seja um privilégio, também representa uma responsabilidade.” (Nancy MacDonell)

Um dos tipos de camisa branca usada na década de 1920: esportiva, esse tipo de roupa era para uso informal.

Na década de 1920 a camisa clássica era nada mais nada menos que a blusa de marinheiro, bem folgada, presa ao quadris, e era uma adaptação da roupa infantil (coisa curiosa que aconteceu muito naquela época). Era usada para a prática de esportes, para atividades informais.

Ainda no início do século XX, Coco Chanel pegou uma camisa do armário masculino e passou a usá-la, mas não se tornou moda popular. Nancy MacDonell diz que Chanel enxergou o atrativo das camisas usadas pelas colegiais – simples – e que foi exatamente isso que a atraiu. Não duvido, pois Chanel simplificou enormemente o guardar-roupa feminino, por exemplo, deixando de usar os espartilhos, que na realidade só poderiam ser usados mesmo, em todo o seu esplendor, pelas mulheres ricas, já que essa peça tolhia os movimentos e demorava a ser vestida. Ainda segundo Nancy, Chanel “estava longe do ideal de beleza de belle époque, por ser magra e morena, em vez de roliça e rosada, e os estilos “bolo de noiva” da época não lhe assentavam bem. Chanel percebeu que ficava melhor com roupas simples, inspiradas no guarda-roupa masculino, e era inteligente o suficiente para explorar sua descoberta”. Com a escassez de produtos por causa da guerra, a simplicidade tornou-se norma, e as roupas perderam os enfeites, tornando-se mais sóbrias, coisa que já se via no guarda-roupa de Chanel. Hoje, muito do que ela criou é visto como elegante e clássico. Não tenho como discordar, pois ela realmente criou peças belas e simples, mais apropriadas para um mundo onde a agilidade e a praticidade estavam sendo mais e mais cobradas. Mas, infelizmente, ela não parou na inspiração e foi mais além, pegando do armário masculino a calça!

Depois dessa época, a camisa branca vai causar mais impacto na moda já nos anos de 1940. As moças pegavam as camisas que seus pais não queriam mais e usavam com seus jeans, mas sempre para trabalhos em casa. Para usar a camisa em outras atividades ela precisava ser muito bem arrumada, passada e engomada.

Nos anos 50 a camisa feminina mais chique era a Bettina, de Givenchy, lançada em sua primeira coleção, em 1952. Com seus babados nas mangas, era bem complicada de tratar, e somente mulheres ricas poderiam tê-la – seja por causa do preço, seja por que teriam que ter quem passasse a ferro.

Camisa Bettina, de Givenchy.

Foi nessa década que a atriz Audrey Hepburn fez uso desta peça e lançou moda mundo afora, de verdade. Daí por diante ela foi mais e mais incorporada ao vestuário feminino.

Chanel e Hepburn pegaram camisas que realmente eram usadas por homens, dos armários deles, mas isso não quer dizer que as mulheres antes não usassem camisas também. A diferença é que as camisas usadas por elas, as que se tornaram parte do uniforme profissional urbano, foram as masculinas: bem grandes (folgadas), com colarinho pontudo, botões do pescoço até embaixo, punhos com botões – a famosa camisa social. As camisas femininas não eram tão retas e “secas” quanto as masculinas, nem eram tão largas. Hoje temos peças mais ajustadas, e modelos desde os mais retos (mais práticos e mais “masculinos”*) até os mais enfeitados, com babadinhos, brilhos, flores e outras delicadezas, uma volta aos modelos da Era Eduardiana.

Audrey Hepburn e suas camisas

Isso já tinha acontecido antes na história, quando, por exemplo, as mulheres passaram a usar túnica, roupa originalmente masculina. Vide também as camisas com golas ruffle (Séc. XVI e XVII) e de babados, que eram usadas pelos homens, mas que logo foram incorporadas ao vestuário feminino. As camisas sociais de hoje descendem dessas camisas com golas ruffle. Algumas das batas usadas hoje pelas mulheres descendem das camisas chamadas “Garibaldi”, inspiradas no revolucionário italiano. Veja aqui o modelo delas. Elas entraram no guarda-roupa feminino no final do século XIX.

Gola ruffle: usada por homens e mulheres e precursora da camisa social

Mas com todas as brincadeiras e trocas entre os armários feminino e masculino, sempre se respeitou o limite. O uso da calça pela mulher foi o rompimento desse limite entre os vestuários de ambos os sexos. Há roupas que são essencialmente femininas, como o vestido, por exemplo. E há roupas que são essencialmente masculinas como a calça.

A diferença entre usar uma camisa menos feminina (porque existem as mais femininas também, com babados e rendas, que um dia foram usadas também por homens) e usar uma calça não está somente no fato de homens usarem tais peças, mas em três coisas:

1- o costume criado pela Civilização Cristã;
2- a função da roupa;
3- o pudor ou a modéstia.

1- devemos respeitar os costumes cristãos. Em nossa cultura (enquanto se buscava respeitar as Leis de Deus) a mulher nunca usou calça, embora outras roupas masculinas e femininas se assemelhassem, como as camisas usadas por dentro de vestidos (mulheres) ou por baixo de jaquetas (homens).

2- a função da calça é dar liberdade de movimento às pernas para a execução de trabalhos pesados e exteriores à casa. Tal função, na sociedade cristã, é masculina. A mulher deve cuidar do lar e de funções que não exijam demasiado esforço físico.

3- por mais que uma calça seja folgada, ela sempre vai revelar as formas femininas, ou se for tão folgada que não as revele muito, a tendência é que seja ridícula como as calças de palhaço (ou as horrendas calças saruel). Sempre que uma mulher quer ficar elegante conforme o mundo, busca usar calças ajustadas, e isso revela o corpo, evidenciando as formas. O corpo feminino possui mais curvas, é mais acentuado que o masculino e por isso vai chamar mais atenção. Mesmo calças folgadas marcam, pois as pessoas se movimentam, abaixam e levantam, curvam-se, e tudo isso vai revelando as formas (já cansei de ver esse tipo de coisa acontecer, e os homens repararem no bumbum das mulheres curvadas em calças sociais). Quanto ao homem, basta observar na prática como é diferente, pois o corpo masculino não se revela facilmente, eles não costumam usar calças justas e mesmo as folgadas não atraem a atenção feminina ou masculina para as formas deles, para sua intimidade, do modo como ocorrem com o sexo oposto.

Camisa com babados

Agora, achar que usar uma camisa social é o mesmo que usar calça, é realmente forçar a barra! Veja se um visual desse é masculino ou indecente (embora esse V não seja a gola mais adequada à modéstia):

E este visual logo abaixo, é masculino ou indecente?

Agora, por mais que se queira usar uma calça coloridinha, com detalhes delicados ou mesmo folgadinha, sempre ficará imodesta, pois vai revelar as formas de um jeito ou de outro, vai expor mais a mulher, ou então ficará simplesmente muito feio.

Infelizmente me vi na obrigação de colocar essas imagens, abaixo, de mulheres usando calças para que as pessoas consigam enxergar como são reveladoras essas peças. Nunca posto fotos imodestas aqui, mas dessa vez não teve jeito! Já estou cansada de ver gente defendendo o uso da calça sem conseguir enxergar o quanto são impróprias para as mulheres. Veja como uma imagem mostra a verdade algumas vezes:

Bumbum destacado: a calça mostrada na imagem acima é do tipo social, folgada e ainda assim fica evidenciado o bumbum da mulher.

Chama a atenção para a virilha: outra calça social, dessa vez menos folgada, mas ainda assim não é justa. Repare em como a atenção se desloca para a virilha. Isso acontece por causa do V invertido, uma seta que se forma apontando para o meio das pernas.

Agora veja nessa imagem a diferença nas silhuetas das mulheres:

Na imagem acima as silhuetas mostram claramente a diferença entre calça e saia modesta. Vejam novamente o V invertido, a seta apontando para a virilha. Tal peça revela bastante as formas. Veja que já dá para saber, por exemplo, qual o tamanho das coxas dela… o ventre – região da geração da vida, do mistério feminino – fica evidenciado. O quadril se destaca, a postura fica até mais solta, menos discreta…nada modesto!

E vejam só como no caso das calças jeans – as mais usadas hoje em dia – a coisa fica ainda pior, pois o “corte da calça, que acentua quadris e coxas, e acondiciona, sensualmente, a entreperna, separada por dois bolsos em forma de J.” E ainda “outro traço definidor da nova onda do jeans é a sua sensualidade marcadamente feminina. O jeans [aqui ela fala da calça] é uma peça de roupa essencialmente masculina”. (Nancy MacDonell. Os grifos são meus). Se a calça já sensualiza bastante o corpo feminino, a jeans (principalmente como usada hoje, bem justa) acentua essa sensualidade. Isso é fato reconhecido no mundinho fashion, e celebrado na publicidade! Quem aí não se lembra das famosas campanhas da Calvin Klein onde celebridades como Brooke Shields apareciam usando somente o jeans, enfatizando o lado sensual dessa peça? Enfatizar a sensualidade é algo que aumente a pureza? É algo que faça a pessoa ser vista como um ser humano, ou é algo que faz a pessoa ser vista como um pedaço de carne? Enfatizar a sensualidade é algo cristão? É modesto?

Calça jeans estampada: esse modelo justo ainda não é o modelo das calças de funkeira que são extremamente justos, grudados ao corpo, e considerado vulgar por quem usa o tipo de calça jeans da moda, mostrada na foto acima. O que as mulheres que usam tal calça não percebem é que a diferença dessa para a da funkeira é mínima, pois o corpo está todo marcado, as formas todas estão em evidência. Nem adianta colocar florzinhas para dizer que é algo feminino, pois o que se sobressai é a sensualidade das formas evidenciadas.

Depois de ver essas imagens acima, dá para dizer que a mulher usar calça é modesto? A calça resguarda o mistério feminino? Resguarda as formas? Guarda o recato? Pelas imagens acima percebe-se claramente que não. Até a postura da mulher muda quando ela usa calça.

Ao fazer esse post lembrei de um trecho do livro de Colleen HammondDressing With Dignity – onde ela fala sobre como a calça na mulher chama a atenção do homem de forma indevida:

“Tenho recebido cartas e e-mails de homens que leram a primeira edição do livro e queriam que eu dissesse às mulheres que eles não precisam do estudo de marketing para dizer-lhes o que já sabiam: Quando uma mulher está vestindo calças, os olhos do homem vão (o que os deixa muito embaraçados) cair na virilha da mulher. Esses homens também apontaram que é algo que acontece sem que eles tenham vontade de fazê-lo, ou sem que eles percebam. É a natureza dos homens “olhar”… e eles fazem! A propósito, você vai perceber que, nos anúncios, as modelos usando calça sentam-se com as pernas afastadas. Isso não está sendo feito por acaso.” (Os grifos são meus)

Sempre houve uma tolerância maior quanto às roupas usadas pelos homens, vide as saias mais curtas dos soldados romanos ou as calças coladas dos soldados medievais e pós-medievais (ridículas, por sinal, pareciam as leggings de hoje), pois o corpo masculino não causa nas mulheres as mesmas reações que causa nos homens o corpo feminino, embora isso não seja desculpa para que os homens faltem com o pudor, claro. Estou apenas descrevendo fatos da história.

Por mais que as roupas masculinas fossem em algum momento reveladoras, as das mulheres (excetuando-se as prostitutas, obviamente) sempre ajudavam a guardar o recato, eram sempre modestas (com pouquíssimas exceções, mas estas se deram já no declínio da nossa cultura, do fim da Idade Média em diante). E quando a calça foi adicionada ao vestuário ocidental, foi para os homens e nunca para as mulheres. O uso dessa peça somente passou a ser feito a partir de ideias revolucionárias de gente que era contrária a Igreja e ao Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas por mais que mulheres usem tais peças, são essas ainda reconhecidas como roupa masculina e são realmente algo que condiz com o sexo masculino, não com o feminino, pois tende mesmo a revelar as formas e a matar o mistério da mulher, como eu já comentei neste artigo aqui.

A calça é vista como um símbolo fálico, devido ao seu corte e à sua verticalidade, e entre fashionistas discute-se (ou até acredita-se) que a apropriação dessa peça pelo público feminino nada mais é do que uma maneira de apropriar-se do falo, ou seja, do poder masculino (para que o artigo não se alongue demais, farei as citações referentes a esse assunto em outra postagem). Como sabemos que a roupa simboliza valores, e que os símbolos possuem muita importância (principalmente nós católicos deveríamos estar cientes disso!), não creio que seja algo a ser desprezado o fato de a calça ter essa conotação fálica, e de como isso é interpretado como símbolo de poder masculino.

É para pensar: por que a mulher de hoje quer tanto esse tipo de poder? por que o mundo masculino tornou-se tão atraente para as mulheres? Isso é algo natural/divino ou foi artificialmente criado para tirar as mulheres de seu foco: a maternidade e a família? Mas esse tipo de reflexão pode ficar para outra hora.

Agora veja: a camisa social muito parecida com a do vestuário masculino* que hoje é usada pelas mulheres, principalmente em escritórios, é uma peça que desfavoreça o pudor, o recato? Ela faz com que a mulher seja confundida com o homem? Se usada com saia faz com que a mulher pareça um homem? Claro que não. O mesmo não acontece com o uso da calça, pois mesmo que a mulher use uma blusa bastante feminina, não ficará feminina realmente, e ficará imodesta ou ridícula (no caso de usar aquelas calças folgadíssimas mencionadas anteriormente). O vestido é algo tão feminino que quando uma mulher quer “arrasar” numa festa chique ou importante – como uma formatura ou casamento – ela escolhe usar esta peça, nunca uma calça!

Carolina Herrera: uma das estilistas mais famosas da nossa época, usa muito a camisa, principalmente a branca. Aqui, ela aparece bem feminina, com uma saia ultra longa – mas o decote está baixo demais.

Então vemos que a camisa é uma peça que passou por muitas variações e, apesar de inicialmente ter sido inspirada na roupa masculina ou tirada do vestuário masculino, pode ser usada pelas mulheres mantendo um visual recatado, elegante e contemporâneo, pois não fere a modéstia. E como já disseram bons sacerdotes e bispos, como D. Antônio de Castro-Mayer,  a calça não é apropriada ao sexo feminino e a saia (ou vestido) é a peça que convém à mulher.

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Algumas fontes:

  • Coleen Hammond. Dressing With Dignity.
  • Shari Benstock e Suzanne Ferris. Por dentro da moda. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.
  • Nancy MacDonell. O Pretinho Básico. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004

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Notas:

*Uso aspas aqui porque essa sobriedade é hoje ainda um sinal da roupa masculina, mas já houve épocas em que o masculino era marcado justamente pela falta de sobriedade, pelo enfeite, enquanto o feminino era mais sóbrio.

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