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Por Genevieve Kineke
Traduzido por Andrea Patrícia

Ontem foi a festa de Santa Ágata, padroeira dos tocadores de sinos e dos padeiros. Pe. Dwight disse algumas lindas palavras quando rezou Missa para um grupo, incluindo estudantes.

Eu tinha pensado muitas vezes que essas antigas mártires virgens eram um pouco irrelevantes para a nossa época e idade. Mas esta manhã, às 7:00 eu comemorei seu memorial, na Missa na St. Joseph’s Catholic School. Na congregação estavam cerca de trinta pessoas, incluindo um bom número dos nossos jovens colegiais. Como Santa Ágata, eles estão lutando em todas as batalhas da pureza e da castidade em uma sociedade cada vez mais pagã, decadente e sexualmente desenfreada.

Eu só tive um momento para falar da vida e sacrifício de S. Ágata, mas de repente eu sabia que ela não tinha sido nada irrelevante. Em vez disso, ela lutou nas mesmas batalhas que hoje os adolescentes estão lutando. Eles não podem enfrentar o martírio imediato, mas enfrentam a exclusão e a ridicularização e deveriam manter-se firmes pela castidade, pela pureza sexual e pelos ideais mais altos e mais nobres que sua fé lhes oferece.

Sim, é a batalha do dia – para pais, educadores e para as crianças – concentrar em algo mais nobre do que a satisfação imediata dos seus instintos mais básicos. Este esforço tem de contrariar as referências quase onipresentes de carne e de desejo em nossa cultura.

Santa Ágata é também a padroeira daquelas que sofrem de câncer de mama (bom saber) e ela suportou seu próprio sofrimento (com os seios cortados fora como um castigo por não se entregar a um marido pagão). A vida nunca foi uma caminhada fácil para aqueles que buscam a virtude, e esta querida menina poderia ser uma tremenda intercessora para aqueles que precisam de graças nesta época e idade.

Original aqui.